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A relação entre investimento financeiro e liberdade profissional

Num primeiro olhar, pode até parecer que não existe relação entre investimento financeiro e liberdade profissional. Mas existe!

O investimento pode ajudar uma pessoa a se posicionar dentro da empresa, lutar por seus direitos e defender um determinado ponto de vista. Ou até a pedir demissão e mudar a área de atuação, em busca de algo mais interessante para a sua vida. 

Isso porque quando o colaborador tem um investimento consolidado, ele se sente mais seguro para trilhar o seu caminho profissional com autonomia, ciente de sua importante participação na empresa, mas também atento à forma como é tratado.

Com um investimento, as pessoas ganham mais autonomia, têm mais flexibilidade e liberdade profissional.

“Se a pessoa tem um trabalho desgastante, pesado, que não traz mais prazer, ou se tem uma liderança muito desagradável, ela consegue até pensar em sair do emprego. Mas a pessoa que tem dívida, tem filhos para criar, tem que contribuir com o sustento da casa, acaba ficando refém da situação. A chance desse colaborador sair é muito menor do que alguém que poupa, porque ele não cria essa segurança financeira”, observa Lina Eiko Nakata, professora da FIA Business School.

Com um olhar sempre no futuro, a FIA dissemina conhecimentos de teorias e métodos de Administração de Empresas, aperfeiçoando o desempenho das instituições brasileiras através de algumas linhas básicas de atividade, entre elas, a pesquisa.

E foi justamente desta forma que a instituição identificou a relação existente entre endividamento pessoal e experiência no trabalho. Segundo o levantamento FIA Employee Experience – FEEx, o endividamento leva os colaboradores a piores experiências no trabalho e gera falta de motivação e baixa produtividade.

Controle financeiro

A professora ressalta que mais importante do que não ter dívidas, é que elas sejam controladas. Lina explica que a dívida é algo necessário porque muitas vezes é o único meio que viabiliza a compra de algo maior que as pessoas gostariam de ter. 

“Então, não importa exatamente se ela tem dívida, mas o quanto ela consegue gerenciar o próprio dinheiro. É importante que esse gasto seja bem planejado porque se a pessoa tem controle, a situação não chega a ser prejudicial e não reflete no trabalho”, ressalta. 

De modo geral, a segurança financeira é composta tanto pelo controle das dívidas, quanto pelo fato de se ter um investimento, que possibilita uma movimentação no trabalho ou uma possível negociação.

“Essa segurança financeira gerada pelo investimento é muito relevante porque dá liberdade para a pessoa pensar em trocar de área ou em assumir um novo desafio dentro ou fora da empresa. As diversas dependências financeiras fazem com que o colaborador aceite o controle do chefe ou até uma exploração”, comenta.

Responsabilidade da empresa

Para Lina Nakata, a preocupação das empresas com a situação financeira dos colaboradores é – ou deveria ser – uma corresponsabilidade, afinal, quando o colaborador está em uma situação crítica em relação às suas finanças pessoais, possivelmente terá um desempenho pior no trabalho.

“Sabemos que existem outras variáveis que desviam o foco, como um caso de doença na família ou algum outro problema pessoal, mas quando falamos de endividamento pessoal, a empresa consegue contribuir de forma direta, na medida em que trabalha com educação financeira, por exemplo”, explica. 

A pesquisa FEEx traçou um panorama do endividamento nas organizações. Segundo o levantamento, 5% dos colaboradores das empresas classificadas entre as 100 melhores para se trabalhar têm dívidas fora do controle. Esse índice dobra nas companhias que não fazem parte dessa classificação; nesse caso, 10% dos colaboradores já perderam a mão de suas finanças.

Isso se considerarmos que todas as pessoas que têm dívidas fora de controle, tiveram coragem de assumi-las e de responder fielmente à pesquisa. Ou seja, de uma forma ou de outra, a situação exige atenção. E ainda dentro dessa corresponsabilidade das empresas, há que se levar em conta o limiar entre auxiliar o colaborador e respeitar os seus limites. 

“É claro que as empresas querem pessoas comprometidas, trabalhadoras e produtivas, mas ninguém quer que o funcionário trabalhe 24 horas. O que as empresas querem é que ele trabalhe de forma eficiente e, para isso, é preciso ter equilíbrio. Então, a empresa precisa transmitir essa mensagem de que é importante trabalhar de forma balanceada e isso significa ter um consumo adequado, um trabalho que tenha significado para o colaborador e que ele consiga desenvolvê-lo bem. Assim, ele terá a sua saúde financeira garantida também”, destaca. 

Controle das finanças

Muitas vezes, o que leva as pessoas às dívidas descontroladas é justamente a insatisfação no trabalho, o que pode gerar uma bola de neve. O colaborador está insatisfeito, gasta mais e fica ainda mais descontente com o trabalho. 

Aprender a controlar as finanças é o primeiro passo para sentir mais alegria. E o foco no investimento pode ser o passo certeiro que vai garantir a autonomia e a liberdade tão desejadas. 

Para saber mais sobre esse assunto, clique aqui e entre em contato com a equipe da Futurar. 

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Pesquisa aponta relação entre endividamento e experiência no trabalho

Estresse influencia no endividamento do colaborador? E o feedback que a empresa dá ao seu funcionário faz diferença na forma como ele gasta o seu dinheiro? Uma pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Administração (FIA) apontou a relação existente entre endividamento pessoal e experiência no trabalho.

Segundo o levantamento FIA Employee Experience – FEEx, até o sono, a atividade física e a saúde do colaborador podem comprometer a sua vida financeira. Além disso, as boas práticas da empresa também interferem no endividamento do trabalhador. 

Só para se ter uma ideia, as pessoas que recebem feedback nas empresas se sentem mais bem cuidadas e, de certa forma, também recebem atenção, o que gera um impacto sobre o endividamento. Essas pessoas têm 18% mais chances de serem poupadoras, e 37% menos chances de ter dívidas fora de controle.

Mas por que as empresas deveriam se preocupar com isso? 

A resposta é simples. O endividamento leva os funcionários de uma empresa a piores experiências no trabalho e geral falta de motivação e baixa produtividade. 

A FEEx avalia a experiência dos colaboradores em seu ambiente de trabalho, na relação com seus chefes e colegas, no contato com as políticas e práticas de recursos humanos e sua visão sobre a condução da empresa pelo CEO.

A iniciativa visa reconhecer as empresas que mais investem nos ambientes de trabalho para que sejam, ao mesmo tempo, saudáveis, agradáveis e produtivos, através de uma ótima experiência de seus funcionários.

Última edição

A edição de 2020, divulgada recentemente, contou com a participação de mais de 150 mil funcionários de diversas empresas, dentre as quais, 100 são consideradas Lugares Incríveis Para Trabalhar (LIPT), com 106 mil funcionários no total.

A referência utilizada para comparar os dados do grupo de não-premiadas (113 organizações) foi o conjunto dos 100 Lugares Incríveis para Trabalhar. Os resultados da pesquisa mostraram que as organizações não-premiadas receberam avaliações piores quanto ao reconhecimento e à recompensa, quando comparadas com a média dos 100 Lugares Incríveis Para Trabalhar.

Endividamento nas empresas

A pesquisa FEEx traçou um panorama do endividamento nas organizações. Segundo o levantamento, 51% das pessoas que atuam nas empresas não classificadas entre as 100 melhores para se trabalhar têm dívidas planejadas e que estão sob controle. O índice é 1% menor se comparado ao das empresas premiadas.

O que chama a atenção, contudo, é o índice de pessoas que têm dívidas fora de controle, que é o dobro nas empresas sem classificação, onde 10% dos colaboradores já perderam a mão de suas finanças. 

Outro ponto que fica evidente com a pesquisa, tanto nas empresas classificadas entre as melhores para se trabalhar, quanto nas demais, é a falta de hábito em relação a investimentos. Segundo o levantamento, 78% dos colaboradores nos LIPT não têm dinheiro guardado. O número é ainda maior nas demais empresas: 85%.

Análise

Para Marcelo Siqueira, sócio-fundador da Futurar Planejamento Financeiro, a falta de foco em investimentos não só significa a falta de conhecimento sobre o assunto, mas também revela um detalhe importante sobre os colaboradores das empresas: a falta de planejamento do futuro

“O investimento traz em si uma segurança para o trabalhador e para a sua família, além da possibilidade de realizar sonhos e projetos, então, quando o colaborador não pensa nisso, ele tende a buscar a realização de seus projetos por um caminho mais difícil ou, pior, a ficar sem esperança em relação ao futuro”, avalia. 

Economista formado pela FAAP, pós-graduado em Mercados Capitais pela USP, Marcelo já ajudou mais de 500 famílias a terem uma vida financeira equilibrada através de sua consultoria, e conhece bem esse cenário. 

“É fundamental que as empresas estejam atentas a esses detalhes, oferecendo treinamento de educação financeira ou mostrando os benefícios de controlar o próprio dinheiro, destacando o quanto isso gera autonomia e possibilidades para o colaborador”, ressalta. 

A análise do economista vai ao encontro das conclusões apontadas pela pesquisa FEEx. O levantamento de 2020 apontou que aqueles que não criam dívidas, mas também não poupam, têm uma experiência um pouco desfavorável. 

As pessoas deste último grupo, assim como não conseguem organizar o seu orçamento para fazer investimentos, também enxergam os processos de forma mais negativa. Nesse sentido, quanto mais as empresas se preocuparem com os seus colaboradores, melhores resultados terão.

Para saber mais sobre cursos e treinamentos de educação financeira em empresas, clique aqui e entre em contato com a Futurar.

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Reflexões

Plano de saúde terá reajuste negativo pela primeira vez

Você deve ter visto essa manchete diversas vezes nos últimos dias. De fato, é uma situação inédita e que pode causar dúvidas nos consumidores. É por isso que resolvemos escrever e tentar esclarecer um pouco o funcionamento e aplicação desse “reajuste negativo”.

Vamos começar pela expressão utilizada: “reajuste negativo” nada mais é do que um “desconto”. Isso mesmo, haverá uma redução efetiva na mensalidade dos planos individuais ou familiares.

Por ser um desconto é que a notícia causa tanto espanto e também a razão de ser inédita… Afinal de contas, seja com plano de saúde ou qualquer outro item do nosso orçamento, estamos acostumados a ver os preços subirem, seja com maior ou menor intensidade.

Outra questão que pode gerar um pouco de dúvida é: pra quem é válido? Bem, esse anúncio é válido para planos Individuais ou Familiares. E não se engane, isso não significa um plano onde está somente você ou você e a sua família.

Trata-se de um tipo de contratação definido pela ANS (Agência de Saúde Suplementar). Qualquer contratação que não exija um CNPJ, seja do seu empregador, sua pequena empresa ou MEI, a entidade de classe ou a associação que te representa.

Atualmente, menos de 20% do total de beneficiários de plano de saúde está em planos individuais ou familiares (aproximadamente 8,9 milhões de beneficiários), isso porque as operadoras, de forma geral, tiraram esse produto das prateleiras (são difíceis de achar), dada a limitação de reajuste definida pela ANS.

É bem verdade que estamos vendo um movimento recente com algumas operadoras retomando esse tipo de contratação.

Teto de reajuste

Sobre essa limitação (teto de reajuste), vale destacar que a ANS regula o setor inteiro de planos de saúde no que diz respeito a coberturas obrigatórias, prazos de atendimento etc., mas determina o teto de reajuste apenas dos planos individuais e familiares.

Imagine, por exemplo, que o teto de reajuste fosse de 20%. As operadoras poderiam aplicar qualquer índice, desde que não passasse do teto… não é diferente no caso do desconto de -8,19% que foi estabelecido como teto. Se alguma operadora quisesse, poderia aplicar -15% de desconto, por exemplo. Pouco provável, mas possível.

Até aqui está claro?

O que motivou o desconto?

Bom, mas por qual motivo estamos vivendo um desconto se a inflação está alta?

Isso acontece porque a metodologia de reajuste dos planos de saúde não acompanha a inflação. Basicamente, avaliam o histórico de despesas das operadoras (ou seja, as despesas com consultas, cirurgias, internações etc.), que reduziram sensivelmente com a pandemia, já que os atendimentos considerados não urgentes foram cancelados ou postergados, porque estávamos mais isolados, os hospitais estavam lotados com foco nos atendimentos ao COVID etc.

Além desse componente de despesas, também existe um componente de IPCA, com peso de 20% na metodologia e expurgando o segmento Planos de Saúde, pra não pesar duas vezes.

Importante dizer que essa metodologia é recente (2019) e que os reajustes de planos de saúde não apenas não acompanham a inflação, como são mais altos que os índices oficiais, realidade que não é uma jabuticaba brasileira, mas mundial (pauta pra outra reflexão).

Como o reajuste será aplicado

O reajuste será aplicado a partir das cobranças Ago/21 retroativo a Mai/21. Na verdade, respeitará o aniversário do contrato (mês de contratação) e o cronograma abaixo:

– Desconto ref. Mai refletirá na cobrança de Ago/21;

– Desconto ref. Jun refletirá na cobrança de Set/21;

– Desconto ref. Jul refletirá na cobrança de Out/21;

Caso você não tenha um plano individual ou familiar, mas sim um plano coletivo (empresarial ou por adesão), ou seja, você faz parte do grupo com 80% dos beneficiários de planos de saúde, o seu reajuste é definido pela livre negociação entre a operadora e a sua empresa, administradora de benefícios ou associação. O reflexo da redução de atendimentos também deve afetar essas negociações em 2021.

Agora, se você tem um plano de saúde individual ou familiar, fique atento às suas próximas cobranças e aproveite desse momento histórico.

Proposta irrecusável

A propósito, que tal fazer essa economia na conta do seu plano de saúde virar investimento para o seu “eu do futuro”?

E aqui não estamos apenas fazendo uma proposta de um simples investimento, mas sim, uma proposta de você, finalmente, realizar um sonho, um projeto e garantir segurança para você e para a sua família.

Afinal, esse era um recurso já destinado para segurança em saúde, não é mesmo?

“Ah, mas o valor nem é tão grande, será que vale a pena?”, você pode estar se perguntando.

Nós garantimos que sim. E, certamente, podemos te auxiliar com isso. Deixe uma mensagem aqui ou entre em contato conosco pelas redes sociais. Será um prazer conhecer a sua história!

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Investimentos

Finanças pessoais: uma solução para além das planilhas

Toda vez que se fala em finanças pessoais ou planejamento financeiro, logo alguém associa a ideia à elaboração de planilhas coloridas no Excel, com diversas colunas e, quiçá, alguns gráficos. E há quem diga também que o melhor é baixar um aplicativo no celular, para anotar todos os gastos. Todos! Dos pãezinhos aos cafés, das cervejas aos presentes. 

E aí, se a somatória da planilha bater com os números do extrato bancário, bingo! Sinal de que as finanças pessoais vão bem, certo? Não necessariamente. Aliás, é um grande equívoco pensar que planejamento financeiro ou investimento tem a ver com planilhas bem preenchidas e que não há outro modo de se fazer isso. 

Oras, pensemos juntos: de que adianta você ganhar uma britadeira se não sabe como ou onde utilizá-la? O uso correto de uma ferramenta, seja ela qual for, pressupõe conhecimento. É preciso conhecer as suas funcionalidades e ter preparação prévia para as práticas corretas. E, mais do que isso, é preciso ter o perfil adequado para manuseá-la.

Em finanças pessoais funciona do mesmo jeito. A mais completa planilha de receitas e despesas, o melhor sistema de controle financeiro e o aplicativo com maior índice de aprovação social são apenas ferramentas. 

Tudo isso pode ser parte da solução, mas não necessariamente a solução depende disso, compreende? E até mesmo os instrumentos de controle mais bem elaborados dependem de uma série de fatores, como definição de prioridades, disciplina e comprometimento.

Finanças pessoais – é possível avançar sem planilhas?

Vamos direto ao ponto. A resposta é sim, é possível cuidar de suas finanças pessoais e planejar um futuro melhor sem depender de planilhas. Sabe por quê? Pensar em planejamento financeiro não é exatamente pensar em dinheiro, mas sim pensar em tempo, em projetos, em energia, em sonhos. 

Seria até um desperdício reduzir esse processo todo a uma simples (ou, às vezes, muito complexa) planilha. Dizemos isso porque já acompanhamos muitas famílias em seus planejamentos financeiros e sabemos o quanto esse momento é importante para repensar conceitos, mudar atitudes, ter iniciativa. Pular esta etapa, seria o mesmo que jogar uma oportunidade incrível no lixo.

E nessa de avaliar projetos e decidir o rumo da sua vida em relação às finanças, você acaba descobrindo o seu perfil e compreendendo que em vez de praia, você prefere montanha. Em vez de gastar tempo na frente de uma planilha, decidindo se o dinheiro gasto com a pizza entra na coluna de lazer ou de alimentação, você prefere optar por outra maneira de direcionar os seus projetos.

E como realizar as finanças pessoais sem as benditas planilhas?

Nada como uma boa conversa com quem entende do assunto para ajudar você nessa direção. Pense só, quantas vezes você foi tomar café com um amigo e dali saiu uma grande ideia?

Com planejamento financeiro, pode ser assim também. Na Futurar, temos uma equipe especializada para pegar em suas mãos e te guiar por esse caminho que passa longe das planilhas… a não ser que você queira, claro. E a primeira conversa é gratuita. 

Então, nós perguntamos: será que não chegou a hora de você resolver de uma vez por todas essa questão em sua vida? Clique aqui e entre em contato conosco. Se preferir, você pode já deixar um horário marcado. É só reservar aqui e deixar o café no jeito para o nosso encontro virtual. 

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Reflexões

O que o vinho pode nos ensinar sobre investimentos

No momento em que escrevo esse artigo, a temperatura em São Paulo está em 14°C. Sim, um pouco frio. E esse friozinho lembra como um vinho pode ser um grande companheiro…

Os bons vinhos, aqueles chamados “de guarda”, são os vinhos que melhoram quando ficam mais velhos. Assim como os investimentos, que também amadurecem e geram frutos com o passar do tempo. Mas há também o vinho do dia a dia, que é pra ser bebido jovem, não é pra deixar envelhecer. Da mesma forma, também existem investimentos que estarão ali, disponíveis ao alcance das mãos para situações inesperadas (a famosa reserva de emergência usa esse tipo de lógica).

É possível achar vinhos BBB (bons, bonitos e baratos)! É aquele momento em que você, andando pelo corredor de um supermercado, adega ou numa viagem, encontra uma pechincha, um vinho de qualidade, daquele para abrir com os amigos e degustar com a certeza de ter feito um ótimo negócio. Nos investimentos, a oscilação dos preços na bolsa gera essas oportunidades de tempos em tempos, mas, para poder aproveitar, você precisa saber que “vinho” está comprando, pra não pagar “barato” num produto de péssima qualidade, que te dará dor de cabeça (literalmente) ou te fazer comprar gato por lebre.

Existem diversos tipos de vinhos, mas quero focar na diferença dos vinhos brancos e tintos. Os vinhos brancos, de forma geral, vão melhor no calor, pra beber gelado, na beira da piscina, enquanto os tintos podem se sair muito melhor no frio. Da mesma forma, existem investimentos que vão melhor “no verão” e outros vão melhor “no inverno”. Para isso, é importante ter um portfólio ou carteira de investimentos à prova de crises, feito para todos os climas. Sim, estou “roubando” o conceito do megainvestidor Ray Dalio com a sua carteira All Weather.

Outra semelhança que vejo entre o mundo dos vinhos e dos investimentos é que antes de começar a degustar, tudo parece muito difícil. Cabernet Sauvignon, Carmenere, Sirah… Muitos termos e variações. Aí você aprende que vai escolher pela uva destacada no rótulo. Isso é verdade, mas não para os vinhos europeus. Lá eles destacam a região, separam em classificações baseadas em regras rígidas e você começa a descobrir que tem IGT, DOC, DOCG, etc. Depois você precisa aprender como harmonizar com carne vermelha, peixe, massas, queijos, pizzas e por aí vai.

E no mundo dos investimentos? CDB, LCA, LCI, Tesouro Direto, CRA, CRI, Ações, Debêntures, Dividendos, Data-Com, Data-Ex, Day trade, Swing Trade… É tanta coisa que chega a assustar! É bem verdade, mas uma coisa é certa: quando você começa a degustar os vinhos, começa a descobrir qual você gosta, aquele que o seu paladar determina se é bom ou não, se combina com isso ou aquilo. Sim, você é único e o seu paladar também. Talvez seja por isso que se diga que “gosto não se discute”. Nos investimentos é igual: começar a investir dá um friozinho na barriga, mas com o tempo e prática, tudo fica mais fácil, você vai se conhecendo, entendendo o seu comportamento com relação a riscos.

No mundo do vinho também é muito ouvido que são as companhias que importam. Por outro lado, o melhor dos vinhos pode se tornar intragável se a companhia não for boa… Vamos falar de coisa boa? O destaque aqui é que tem muita coisa ao redor das nossas vidas que valem mais que dinheiro, o que é óbvio! Família e amigos, pra ficar no senso comum. Nas finanças, você precisa manter o mesmo espírito. Não dá pra ficar estressado porque a bolsa caiu, ou P* da vida porque alguém na sua casa (ou você mesmo) gastou R$ 50 a mais… Vendo de outra forma, não dá pra ter na sua carteira aquele investimento que tira o seu sono (outro item que vale mais do que dinheiro). Aliás, o critério do sono é um excelente termômetro: você dormiria bem se soubesse que aquele investimento tem um risco X? Se sim, vá em frente. Se não, vá dormir.

Ontem li uma reportagem com a seguinte headline: “Pai guarda vinho de R$ 18 mil por 17 anos, e filha o usa em sangria”. Aqui vejo duas questões: (1) nem todo mundo dá o mesmo valor para as mesmas coisas. Alguns acham que vale demais, outros acham que vale de menos. e (2) fazer a sucessão do patrimônio entre gerações é um desafio! Não bastasse a reportagem, li o comentário de uma pessoa muito bem sucedida dizendo “nunca vi adega seguindo carro funerário”, o que gera ainda mais reflexões acerca do que fazer com os recursos que acumulamos ou de, no mínimo, dar o valor na medida correta aos bens materiais.

A Futurar tem como missão simplificar o mundo dos vinhos, ops, das finanças e investimentos das famílias. Entre em contato para ver como podemos, em parceria com você, dar os melhores direcionamentos para a sua vida financeira, gerando a tranquilidade e felicidade que você merece!

Saúde!

Thiago Ramos, planejador financeiro da Futurar

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Troque suas parcelas do empréstimo por parcelas de investimento

Trocar as parcelas do empréstimo por qualquer outra parcela não é lá tarefa muito fácil. Isso porque se livrar daquelas enormes dívidas cheias de juros, muitas vezes, parece algo impossível. É como se fosse uma bola de neve que só aumenta, não é? Conhecemos essa história.

E é exatamente por isso que hoje viemos te fazer uma proposta. Talvez não seja aquela que você esperava, mas queremos te propor uma reflexão. A ideia é construirmos juntos um pensamento que pode mudar o rumo do seu planejamento financeiro e, por que não, da sua vida?!

Também vamos explorar estratégias para quitação de dívidas, mas esse não é o mote principal deste artigo, ok? Nossa intenção é que você termine de ler com a certeza de que daqui para frente pode ser diferente. E aquela velha máxima que “só depende de você” é fato, mas estamos aqui para te ajudar. Bora lá?

Estratégia para eliminar as parcelas do empréstimo

Existem alguns critérios que podem ser adotados na hora de traçar uma estratégia para quitar as suas dívidas. Os nossos preferidos são:

  1. Pagar a dívida de menor saldo devedor, assim você logo vê resultado e tem menos uma dívida para administrar;
  2. Pagar a dívida com os juros mais altos, fazendo com que a dívida deixe de aumentar. Mas esses não são os únicos caminhos. E antes de tomar a decisão, é preciso considerar alguns pontos, como: prazo para quitação da dívida, montante de juros que serão pagos ao banco e, claro, a disponibilidade de caixa.

Reunimos essas e outras estratégias para trocar suas parcelas do empréstimo por parcelas de investimento em um ebook, que você pode baixar gratuitamente. Recomendamos que faça o download e deixe ele em seus documentos favoritos, porque ele traz diversos exercícios que podem te ajudar a definir por qual caminho seguir. 

Neste e-book você vai compreender até o que está por trás daquelas ofertas que parecem irrecusáveis, quando um banco te liga oferecendo uma linha de crédito com uma taxa menor para quitar tudo. Mas antes de baixá-lo, vamos àquela reflexão que falamos. 

A disciplina que você precisa para mudar de vez a sua vida

O negócio é o seguinte, quando a conta de luz chega, você paga. O seguro do carro chega, você paga. O boleto da escola do seu filho chega e você paga. As parcelas do seu empréstimo, a duras penas, você também paga. Então perguntamos: por que não ter a mesma disciplina e compromisso que você tem para pagar os boletos, com os seus investimentos? Já parou para pensar?

A constância nos investimentos é um divisor de águas para quem quer construir patrimônio a partir de investimentos. Mais do que quitar as dívidas e passar a investir, é importante criar esse hábito, pensar no investimento como contas a pagar.

Isso é fundamental para a realização de qualquer projeto que você tenha em sua vida, desde comprar um carro ou um apartamento, até garantir mais segurança para você e para os seus filhos. 

E esta é uma conversa sobre mudança de conceito, efetivamente, porque pense nas vezes em que você já teve um empréstimo e terminou de pagá-lo… Para onde foi aquele valor que era usado para pagar o empréstimo? Provavelmente, você não sabe, porque é exatamente isso que acontece. Em geral, o valor da prestação rapidamente é absorvido por outros gastos que, muitas vezes, você nem se dá conta.

Então, a nossa reflexão é esta: troque suas parcelas do empréstimo por parcelas de investimento, ou seja, considere o seu investimento como um compromisso. No caso, será um compromisso com você, de melhorar a sua vida.

E sempre que precisar de alguma ajuda, estamos aqui para conversar. Entre em contato e reserve um horário na agenda. Nós sabemos como te ajudar. 

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Reforma Tributária: o que sabemos até agora

Na última sexta-feira (25) o ministro da Economia, Paulo Guedes, entregou a proposta de Reforma Tributária à Câmara dos Deputados e isso mexeu com o ânimo dos mercados!

A bola já estava cantada (ao menos em parte), mas não se fala de outra coisa desde então.

Inclusive, postamos uma série de stories no nosso Instagram pra dar uma passada geral nos pontos.

Por se tratar de uma proposta e por requerer uma tramitação pela Câmara e Senado, ainda existe um grau de incerteza grande sobre o tema. Nesse sentido, continuamos estudando o assunto e participando de todos os fóruns possíveis para depreender as nuances. Participamos na noite desta segunda (28) de um papo de altíssimo nível com a XP e destacamos abaixo alguns pontos discutidos:

  • Existe um debate grande sobre não tributar o estoque, ou seja, aquilo o que já está alocado/investido. A solução seria aplicar as novas regras aos novos aportes/ investimentos.
  • Já existe sinalização para reduzir a tributação de dividendos de 20% para 15%, como todo o restante da linearização que foi feita na proposta. A impressão é de foram criadas “gorduras” para negociar o texto final.
  • Há uma possibilidade alta de judicialização da Reforma, dado todo o contexto político entre governo e oposição, CPI, vacinação, etc.
    A sensibilidade do time é que a Reforma passe pela Câmara, mas que esse trâmite será um pouco mais difícil no Senado. Ou seja, a discussão tende a se arrastar um pouco.
  • Fundos imobiliários: seguramente foi um dos assuntos mais comentados nas mídias sociais. Importante destacar que esse assunto não estava no texto que circulou na terça-feira (22), mas apareceu no texto final na sexta (25). Fica a impressão daquele assunto “jabuti”, não estava ali, mas alguém colocou… Causou estranheza, até porque um dos objetivos é taxar os grandes investimentos, e tributar os FIIs acaba atingindo os pequenos.

Enfim, muitas dúvidas ainda persistem, mas estamos buscando simplificar, pra você, tudo o que rola desse assunto, de forma que suas decisões possam ser devidamente fundamentadas. Até aqui, entendemos que as estratégias não devem ser alteradas!

Voltaremos com atualizações tão logo seja possível.

Uma excelente semana!

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O Investidor do Futuro: um jeito simples de aprender como investir direito

Quando se fala em investimento, muitas pessoas se confundem devido ao grande número de informações disponíveis. Como fazer? Por onde começar? Qual é o investimento ideal para mim? São tantas perguntas que, muitas vezes, fica até difícil encontrar respostas. 

Mas existe sim um caminho que te permite aprender de uma vez por todas como investir o seu dinheiro corretamente de maneira simples e prática, o que é o maior desafio.

Pense bem: quantas vezes você já assistiu lives e mais lives sobre esse assunto, leu conteúdos na internet e quando chegou a hora de colocar em prática, ficou travado? Ou, ainda: há quanto tempo você investe apenas na poupança, porque tem medo ou porque não sabe como percorrer esse caminho para o investimento ideal?

Pois bem. Nós, da Futurar Planejamento Financeiro, sabemos que essa é uma jornada cheia de nuances e decidimos percorrer esse caminho junto com você.

O investimento ideal sem milagres

Não existe milagre na hora de investir. Esse é um alerta importante e necessário. Independentemente do rumo que irá seguir, você precisa saber que o que existem são técnicas, ferramentas corretas e conhecimento sobre o assunto. 

Em nossa jornada de trabalho na Futurar, temos nos deparado com muitas pessoas que têm conhecimento, mas não têm as ferramentas corretas para investir. Ou até conhecem as técnicas, mas não sabem como aplicá-las. Tentam fazer o certo, mas do jeito errado. Como martelar com chave de fenda ou tomar sopa com garfo.

É preciso ter clareza de como investir o seu dinheiro corretamente. E para isso, é fundamental que você conheça o seu perfil. E aqui vai a primeira recomendação: é preciso encontrar uma maneira para ter essa clareza e estabelecer as prioridades em sua vida.

Não adianta ficar só na base das leituras, achando que conseguirá encontrar o investimento ideal com pesquisas na internet. Todos precisamos de algo consolidado, estruturado e factível, porque investir na prática depende disso.

Um recado importante para você

Diante das dificuldades de tantas pessoas que nos procuravam em busca de colocar em prática aquilo que elas viam por aí, nós, da Futurar, registramos todo esse caminho que, se percorrido, levará você não só à jornada do conhecimento sobre o investimento ideal, mas principalmente à realização de sonhos e a uma vida melhor.

Sim, porque é exatamente isso que um planejamento financeiro bem estruturado e realizado de acordo com as suas características vai proporcionar. Com o investimento ideal, você tanto pode dormir tranquilo sabendo que terá uma aposentadoria robusta, por exemplo, ou pode sonhar com aquela viagem que conseguirá fazer no pós-pandemia, com o resultado sólido de um investimento que é adequado ao seu estilo. 

Conheça o nosso curso

O que fizemos foi transformar todo o nosso conhecimento em um curso: “O Investidor do Futuro”.

Em nosso curso você conhecerá, de modo simples e prático, desde as oportunidades da renda fixa, com títulos públicos e crédito privado, até os desafios de identificar oportunidades na renda variável. 

Com nova turma em agosto, o curso “O Investidor do Futuro” também aborda a questão do investimento em imóveis e em fundos imobiliários, especulação x investimentos e dividendos e até os caminhos para domar de vez o Leão e aproveitar os benefícios do Imposto de Renda. Aliás, você sabe que ele também pode ter alguns benefícios, né? Mas esse é assunto para outro artigo.

Fique conosco por aqui. Semanalmente temos novidades no blog.

E para saber mais sobre investimento simples e descomplicado ou sobre o curso “O Investidor do Futuro”, clique aqui e entre em contato conosco ou marque um horário direto com a gente.

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Você pode ter qualquer coisa, mas não pode ter todas as coisas

Precisamos de um tempo para percebermos como algumas coisas funcionam, especialmente quando se trata de dinheiro e a nossa relação com ele. O que de fato podemos comprar com o nosso dinheiro? Escolhas precisam ser feitas, mesmo para aqueles com muitos recursos.

Sentimentos se misturam com as lições que aprendemos durante a nossa vida e vamos criando nossas próprias verdades, sem ao menos termos frequentado uma única aula sobre finanças.

Somos especialistas do nosso próprio mundo quando se trata da forma que usamos os nossos recursos.

Afinal, falar sobre dinheiro, quanto ganhamos e como gastamos, talvez não seja algo tão trivial. Creio que não exista outro tema tão reservado quanto este.

Tomamos decisões financeiras diariamente, a maioria delas com impacto no nosso tempo, energia e relações.

No fundo, basta entendermos que cada decisão é uma escolha em detrimento de outra. Simples assim.

O quanto refletimos sobre cada uma dessas decisões?

Muito pouco, de acordo com a minha pequena amostragem.

Algumas pessoas tem o que chamo de “fobia de extrato”.

Diante de uma ameaça, o ser humano reage de duas formas: lutar ou correr.

Já adianto, no caso do seu extrato, correr não vai necessariamente te salvar.

Encare seu o orçamento de frente e descubra o quanto pode ser feito.

Nosso objetivo é fazer com que tenha mais escolhas, trazendo o melhor aproveitamento possível para cada Real que pode gerar.

Vamos bater um papo?

Agende um horário agora mesmo.

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Como ter fontes inesgotáveis de clientes

Imagina você morando em uma casa com um quintal bem espaçoso. No meio desse quintal tem uma árvore de frutos. O que aconteceria se todos os dias você fosse lá e tirasse frutos dessa árvore? Logo os frutos se esgotariam e você teria que esperar pela próxima colheita.

Agora pense o seguinte: quais são as suas fontes de clientes hoje? Se pensou somente na própria carteira, através de recomendações, talvez esteja cometendo o mesmo erro do caso acima. Nenhuma árvore dá frutos o ano inteiro.

O objetivo desse texto é te ajudar a ter novos clientes todos os meses, aliviar o estresse, ampliar a sua marca e gerar lucros adicionais para o seu negócio.

Certa vez escutei de um vendedor de sucesso que era necessário criar 7 fontes de clientes se quiser superar suas metas de vendas. Então fui lá e criei não 7, mas 8 fontes de onde poderiam vir novas prospecções.

Portanto, aí vai uma sequência de passos para te ajudar a atrair mais clientes:

CRIE SUA LISTA COM 8 DIFERENTES FONTES DE CLIENTES

Aviso: não adianta listar todos as mídias sociais que conhece. Considere mídias sociais como uma única fonte, a menos que tenha uma estratégia específica para cada uma das plataformas. E quais seriam as suas outras 7 fontes? A maioria das pessoas consegue listar apenas 5 ou 6. Não se dê por vencido. Você precisa chegar em 8 para poder continuar o exercício!

PENSE EM UMA AÇÃO PARA CADA FONTE

Já com a sua lista de fontes pronta, pense em uma ação que irá desenvolver para cada uma das fontes nos próximos meses. A coisa não vai acontecer sozinha. Você precisará alimentar com empenho cada uma das suas fontes.

CALCULE O ROI (RETORNO SOBRE INVESTIMENTO) PARA CADA UMA DAS AÇÕES

Não existe retorno sem investimento. Portanto, muito provavelmente você terá que investir para desenvolver uma das fontes, mesmo que seja seu tempo. Calcule o retorno esperado sobre o investimento para cada uma das fontes.

Para isso, veja o valor investido, ainda que estimado, e qual seria o potencial de faturamento para essa ação.

Estabeleça metas claras para cada uma e não deixe de medir seus resultados mês a mês. Lembre-se da máxima “tudo o que medimos, cresce”.

A partir daí é ter foco nas mais rentáveis.

Note que algumas das fontes tem um tempo de maturação maior do que outras. Se você está começando a fazer posts agora, por exemplo, a tendência é que isso leve mais tempo do que as recomendações vindas da própria carteira.

A minha recomendação é que implemente sua tática por 6 meses no mínimo e nunca com menos do que 8 fontes diferentes.

Faça os ajustes necessários.

Preparei uma planilha com minhas fontes de clientes atuais.

Você pode usar como um modelo se quiser.

Basta clicar aqui.