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Como viajar bem, gastando pouco ou quase nada

Importante: No momento em que escrevo esse texto, apesar de já ter sido anunciada uma vacina para o Covid-19, ainda passamos por muitas incertezas e restrições impostas por diversos países e setores. No entanto, poder viajar bem e gastando pouco, exige planejamento e tempo. Comece devagar, pesquisando e estudando, para quando o momento de viajar chegar, você já estará com as malas prontas.

Não faz muito tempo, tinha uma grande dificuldade em compreender como algumas pessoas conseguiam viajar com tanta frequência, visitando lugares maravilhosos e ficando nos melhores hotéis.

Pensava que era uma questão de acumular milhas com compras no cartão de crédito. Para tanto, bastava ter um cartão com bom multiplicador de milhas e ter seus gastos concentrados neste cartão. Pronto, estava tudo resolvido. Ledo engano.

Isso até pode ser uma parte da estratégia, mas é grande a chance de acabar gastando mais, com pouca eficiência na geração de milhas.

Mais um ponto importante. 

Já fiz “mochilão” pela América do Sul, fiquei em albergues pelo mundo e acampei em alguns lugares. 

Não me arrependo de nada, tudo ótimo, mas tudo tem sua fase e seu momento. Além disso, cada um tem o nível de conforto que gostaria de viajar. Trata-se de algo muito pessoal. 

Hoje, aos 48 anos de idade, prezo por certo conforto nas minhas viagens, principalmente quando acompanhado da minha esposa e filhas. 

Isso significa ficar nos lounges nos aeroportos enquanto esperamos a chamada para nossos voos, podermos eventualmente utilizar a primeira classe (ah! que delícia!!) e ficar em bons hotéis. 

Agora pasmem, faço isso gastando o mesmo, ou até menos, do que pessoas que viajam na média. 

Vou te dar um exemplo.

No final de 2018, antes do Corona, viajei com a minha família para a Argentina por 23 dias, gastando menos do que grande parte dos pacotes para Reveillon no Brasil por apenas uma semana!

Mas como isso é possível?

Antes de te dar o passo a passo, preciso dar o crédito à pessoa certa. 

Comprei um curso chamado Turbine suas milhas, do Márcio de Andrade.

O negócio é complexo, mas garanto que o esforço compensa.

O que fazer:

1. Tenha um cartão de crédito associado a alguma companhia aérea: ao fazer essa escolha, seus pontos do cartão irão direto para a companhia aérea escolhida. Se por um lado pode ser ruim, pois ficará limitado a essa empresa, por outro poderá te dar alguns benefícios tais como: maior pontuação por gasto, benefícios em compras de milhas e nas bonificações, upgrade de cabines, isenção do custo de despacho de bagagem, prioridade no embarque e desembarque e outros.

2. Tenha um segundo cartão de crédito que não esteja vinculado a nenhuma companhia aérea. Você poderá utilizar esses pontos para voar com a empresa aérea de sua preferência, aproveitar as promoções de transferência de pontos (ver abaixo), ter acesso às salas VIPs dos aeroportos e, combinado com o “item 1”, multiplicar suas milhas.

3. Cadastre-se nos clubes das empresas aéreas e seus parceiros, mesmo que pelo valor mínimo. Os clubes estão nos sites das companhias aéreas e no seu principal parceiro a Livelo. Não precisa sair se cadastrando em tudo o que é clube. Faça isso aos poucos, a medida que as promoções para adesão forem aparecendo.

A cada anúncio de promoção, você poderá avaliar se compensa participar de algum desses clubes. Começaria pela Livelo.

4. Fique atento às promoções das empresas aéreas, de cartões de crédito e seus parceiros: sites como Melhores Destinos e Passageiro de Primeira, divulgam frequentemente as promoções que estão acontecendo.

Importante: 1) antes de seguir com a sua estratégia de cartões e afiliações aos clubes, esteja ciente dos seus gastos. Nada vai compensar se tiver que pagar juros do cartão de crédito ou do cheque especial. Organize sua vida financeira primeiro e, só então, comece a construir sua estratégia de viagens; 2) Escolha um cartão que os seus gastos irão isentar a cobrança da anuidade. Pagar R$ 1.500 de anuidade por um cartão pode ser um tiro no pé. Você poderá consultar o ranking dos cartões no site Melhores Destinos.

Com todos esses passos, você estará acumulando milhas.

Mas isso não é tudo. Muitas vezes vale mais a pena você vender suas milhas acumuladas e comprar a passagem no cartão. Para isso, normalmente utilizo o Max Milhas

Explico: uma das movimentações que dá mais pontos nos cartões parceiros das empresas aéreas é justamente a compra de passagens. 

Fazendo da maneira correta, você poderá vender suas milhas com lucro e comprar a passagem com seu cartão acumulando mais milhas ainda.

Sobre os hotéis, o grande lance é aproveitar as promoções. 

Elas acontecem com muita força durante a black friday, mas podem ocorrer durante o ano todo.

É muita informação para passar em um único texto. 

Comece pesquisando, assistindo aos videos e vá se inteirando aos poucos sobre o tema.

Lembre-se de usar o tempo a seu favor.

No mais, faça uma ótima viagem!

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A forma como o dinheiro funciona está mudando e você precisa estar atento a isso

Existem muitos fatores que podem atrapalhar seus planos de conquistar a liberdade financeira.

Uma crise financeira, por exemplo, desemprego, prejuízo nos investimentos e outros.

No entanto, existe um fator que não pode ser deixado de lado: a perda do poder de compra do seu dinheiro, que acontece de forma sorrateira, sem que você perceba.

Basicamente ela acontece de duas formas: 1) em relação a outras moedas; 2) em relação a sua própria moeda.

Imagine que no final de 2019 você tinha R$ 10.000,00, o que equivaliam a aproximadamente US$ 2.488.

Pouco mais de 10 meses se passaram e hoje, com os mesmos R$ 10.000,00, você consegue comprar US$ 1.789.

São quase US$ 700 a menos. Significa que você ficou 30% mais pobre quando comparado a uma moeda forte. Basicamente sim.

O mesmo efeito pode acontecer por conta da inflação.

Um cafezinho que há pouco mais de um ano atrás custava R$ 4,50, pode ser encontrado agora por R$ 6,00.

Em outras palavras, agora você precisa de mais reais para comprar a mesma mercadoria. O seu dinheiro perdeu poder de compra, corroído pela inflação.

Podemos tirar algumas lições. São elas:

1) Não dá para ganhar em reais e gastar em dólar. Portanto, se você é do tipo que gosta de levar seus filhos para a Disney todo ano, encontre uma forma de ter receita em dólar;

2) Sobre sua liberdade financeira, cada vez mais devemos pensar em construir sua base em moeda forte;

3) Ao pensar em investir, você precisa ao menos bater a inflação. Com a Selic atual na casa dos 2% e a inflação projetada em 2,65%, vivemos um cenário onde pagamos para deixar o dinheiro líquido em investimentos de curto prazo;

Até hoje me lembro de ter visto uma notícia de um homem que poupou sua vida inteira colocando o dinheiro embaixo do colchão. Eram sacos do dinheiro, mas que não tinham valor nenhum.

No cenário atual, se não protegermos o valor do nosso dinheiro, veremos essa história se repetir.

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Porque comprei um carro zero

São grandes as chances de que a cada 10 planejadores financeiros que você perguntar se deve comprar um carro zero ou usado, ao menos 9 fiquem com a segunda opção.


Faz sentido, ao menos matematicamente, já que o maior custo da compra de um veículo está na depreciação. 


Ao sair da concessionária, seu carro com aquele cheiro de novo já perdeu uns 10% do seu valor.


Então o que me levou a comprar um carro novo.


Um pouco de contexto.


Prestes a fazer uma longa viagem com a minha família, me deparei com uma manutenção do meu carro anterior.


Adorava aquele carro, mas por conta do tempo de uso e por ser um carro de valor maior, exigia uma manutenção mais frequente, e mais cara, do que gostaria.


Passei a procurar então por um carro com baixa quilometragem, menor custo de manutenção e, de preferência, com fama de “inquebrável”, pois passaríamos um bom tempo nas estradas entre São Paulo e Bariloche.


Cheguei até os modelos japoneses.


Por ser final de ano, com vendedores querendo bater suas metas, conseguimos um baita desconto pelo carro zero.


Resumo, queria substituir meu carro anterior e surgiu a oportunidade com desconto. Será que isso seria o suficiente para suportar minha decisão?


Poderia descrever aqui uma série de outras justificativas para a minha escolha. 


É fácil encontrarmos pretextos que suportem nossas decisões de compra, seja ela qual for. 


No entanto, a realidade é que encontrei um equilíbrio entre a minha condição financeira no momento da compra, fatores favoráveis de mercado como o desconto oferecido pelo vendedor por um carro que tinha exatamente o que eu estava procurando e, por fim, a satisfação do meu desejo naquele momento. Sim, e porque não?


Certamente poderia ter escolhido um veículo usado da mesma marca ou até mesmo um modelo de menor valor.


Mas não é disso que se trata. 


Não acho que tenha que ficar sempre com a opção mais em conta, mas com a que mais faça sentido no seu contexto pessoal e financeiro.


É por isso que o nosso tema aqui se chama “finanças pessoais”. 


O que vale para muitos, pode não valer para você.

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11 coisas que gostaria de saber antes de abrir meu negócio

Achava que as coisas aconteceriam mais rápido do que realmente aconteceram. Isso poderia ter afundado minha empresa nos primeiros anos de vida.

“O que o homem precisa não é coragem, mas o controle dos nervos e a cabeça fresca. Isso ele só consegue com a prática.” – Theodore Roosevelt

Já se passaram mais de 10 anos desde o momento que saí da empresa em que trabalhava e criei o meu próprio negócio.

Aprendi um bocado durante esse período. As vezes desconfio que enfrentar desafios como os que vou relatar abaixo faz parte da vida do empreendedor.

De qualquer forma, espero que esse texto possa te ajudar a economizar tempo e dinheiro e minimizar os impactos dos primeiros anos de vida na construção do seu negócio.

  1. Tenha uma reserva financeira de pelo menos 1 ano. Isso vale tanto para as suas despesas de casa como as do negócio próprio. Não subestime essa informação, achando que “tudo se resolve”.
  2. Mantenha suas despesas no nível mais baixo possível. O lançamento de um novo negócio se compara ao lançamento de um foguete, onde a maior parte do combustível é utilizada nos primeiros momentos do lançamento. Você precisará injetar recursos no início, sejam eles financeiros ou do seu tempo e dedicação. Saiba priorizar os seus gastos. Quanto menos gastar, maiores serão as suas chances de sobrevivência.
  3. Prepare-se para competir contra você mesmo. Quando compartilhei com o meu pai a minha ideia de ser planejador financeiro pessoal, mostrando todos os números do meu plano de negócio, seu comentário foi preciso: “Seu maior desafio será você mesmo”. Você vai se conhecer como nunca. Seus erros, suas falhas, a forma que gerencia seu tempo e suas relações.
  4. Teste e faça experiências. Você pode ser facilmente derrubado por suas próprias ideias. Como dizem por aí, o papel aceita tudo. Portanto, antes de se aventurar com seu produto ou serviço e gastar uma fortuna para colocar o seu negócio de pé, vá para as ruas e tente identificar se as pessoas querem aquilo que você está oferecendo. Verifique o quanto elas estão dispostas a pagar por isso.
  5. Cuidado com a “pane seca”. Cuidado ao projetar o tempo que levará para atingir o equilíbrio, aquele ponto onde sua receita paga por todas as despesas. Quando comecei a minha empresa, esperava que dentro de 1 ano, já seria auto suficiente financeiramente. A realidade foi diferente disso. Com 12 meses de empresa, estava indo bem, mas não o suficiente para cobrir todas as minhas despesas. “O sujeito quebra com um cheque de R$ 100,00”, dizia um ex-chefe. Foi quase o que aconteceu comigo. Conclusão: tive que passar um bom tempo comendo macarrão.
  6. Prepare-se para ser um funcionário multitarefas. A menos que tenha um bom recurso para contratar pessoas, o que não vejo como uma realidade para a maior parte dos empreendedores, você fará o papel do financeiro, RH, marketing, vendas, e todos os demais papeis necessários. Com o tempo que sobrar, irá trabalhar no desenvolvimento do seu serviço ou produto, se sobrar tempo. Alguns podem achar que será o contrário.
  7. Feito é melhor que perfeito. Imagem é tudo! Pelo menos na visão da marca de refrigerante que lançou esse slogan. Pode até ser, mas no início, foque no que é importante. Ter marca, logo, site bonito, tudo isso é bacana e faz uma baita diferença. Mas de que adianta ter tudo isso e não ter o cliente batendo na sua porta ou o seu serviço pronto para ser oferecido, por exemplo.
  8. Construa seu Pipeline de vendas de acordo com sua disponibilidade de entrega. Você precisa contar com um sistema de vendas contínuas e ter a certeza que terá capacidade para entregar. É comum o empreendedor começar com a corda toda e fazer uma sequência de vendas iniciais e acabar sufocado com a entrega, principalmente no caso de autônomos. Muitas vezes ele passará anos nesse platô, sem conseguir crescer.
  9. Tenha ferramentas, mas limite-se às necessárias. Existem inúmeros Apps com soluções para o empreendedor. Gosto do Evernote, Calendly, Mailchimp e Zoom.us para mencionar alguns. Mas não se esqueça do item 2 dessa lista (mantenha seus gastos baixos). Contrate apenas o que for relevante para o desenvolvimento inicial do seu negócio.
  10. Cuide do seu maior recurso. O tempo. Evite ao máximo desperdiçar o seu tempo com reuniões que não te levarão a lugar algum, pessoas que você já sabe que não tem o perfil do seu cliente, achar que pode ser o expert em todas as redes sociais (a menos que realmente seja um) e/ou qualquer outra armadilha do tempo.
  11. Estude. O conhecimento é a ferramenta que fará seu produto ou serviço valer mais com o tempo. Procure sempre estudar para que possa oferecer o melhor para o seu cliente. A recomendação boca a boca pode ser um fator determinante no início da sua jornada.

Caso não tenha lido o material sobre “Como ter fontes inesgotáveis de clientes”, sugiro que o faça. Basta clicar aqui.

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Você mudou com a quarentena

Já pensou como será a sua vida com o fim da quarentena? Talvez seja um novo normal.

3 palavras me vem a mente quando penso nas transformações que as semanas de isolamento podem deixar.

São elas:

– Crescimento: certamente as empresas não serão as mesmas e muito provavelmente seu público consumidor também não. O que pode trazer consequências para a forma que fazemos negócios e nos relacionamos. Isso abre espaço para grandes saltos, tanto nas grandes empresas, como para o pequeno empreendedor. Veja o exemplo do Zoom.us, Netfilx, Amazon e outras impactadas por mudanças comportamentais. O quanto antes nos adaptarmos às novas tendências, maior será a nossa capacidade de crescimento nos próximos anos;

– Simplificação: simplificação da vida. A renda ficou menor e, ao menos para grande parte da população. Trancados em casa, com menores opções de consumo, passamos a refletir melhor sobre os gastos. Vejo pessoas revendo a sua necessidade de ter um carro na garagem, ou mais de um, a possibilidade de redução do número de funcionários, do número de voos e até do consumo de roupas. Retirar despesas do seu orçamento pode ter um impacto significativo na sua vida financeira. Aquele gasto desnecessário poderá se transformar em um investimento, te ajudar a eliminar dívidas ou, quem sabe, permitirá finalmente conquistar aquele sonho com verdadeiro impacto na sua qualidade de vida;

– Comunidade: o fim da quarentena não significa o fim do Corona vírus. Talvez a tendência de consumirmos localmente se intensifique. Empresas podem reavaliar a necessidade de viagens e deslocamentos. Antes de pegar um transporte público você pode se questionar se existe mesmo a necessidade de tal deslocamento. Será que preciso mesmo estar fisicamente lá? Se sim, será que posso usar a bicicleta? Se vou de bicicleta, talvez deva procurar algo mais próximo. Destinos de viagens com grandes aglomerações precisam ser repensados.

No fundo, ninguém sabe ao certo como será e por quanto tempo esses efeitos podem durar.

Por outro lado, fazer uma reflexão sobre a forma que está lidando com os principais aspectos da sua vida, poderá te ajudar a fazer melhores escolhas daqui pra frente.

Caso a sua escolha seja uma transformação na sua vida financeira, continue acessando nossos conteúdos no blog e não deixe de mandar as suas dúvidas pelo Instagram (@oprosperopasso)

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4 Regras de Ouro da Netflix

A Netflix anunciou um crescimento de 15,8 milhões de assinantes no primeiro trimestre de 2020, justamente em um momento de preocupação para grande parte das empresas.

É mais fácil imaginar que o sucesso da Netflix esteja ligado ao acaso, já que as pessoas estão em casa em busca de entretenimento e por isso resolveram contratar o serviço, correto? É bem mais do que isso.

Esse é só um trecho dessa série intrigante.

O resultado do primeiro trimestre desse ano aconteceu por conta de um trabalho duro e constante, baseado em 4 pilares. São eles:

  1. Construir uma base sólida de clientes;
  2. Conquistar esses clientes com serviço e conteúdo de qualidade;
  3. Ter uma clara visão de onde quer chegar;
  4. Saber se reinventar. Para que não ficasse nas mãos dos principais produtores de conteúdo, a Netflix passou a produzir seus próprios filmes e séries.

Seguir à risca esses 4 pilares, possibilitou à Netflix construir sua marca e financiar o seu próprio crescimento.

No momento em que a pandemia apareceu, ela já estava pronta para receber de braços abertos seus novos clientes à procura de entretenimento.

Certamente existem desafios pela frente.

No entanto, já vimos esse papo acontecer outras vezes e sabemos a diferença que faz ser o desbravador de um novo mercado.

Que venha a concorrência!

Baixe o nosso Manual de Sobrevivência do Empreendedor. Tem outras dicas valiosas lá para aprimorar seu negócio e te gerar mais renda.

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5 Dicas para colocar suas finanças em ordem

Quando queremos realmente transformar para valer as nossas vidas, precisamos fazer algo diferente do que vínhamos fazendo até então.
Você já deve ter percebido que não adianta esperar por resultados diferentes, fazendo exatamente a mesma coisa.


Alguns dos passos a seguir podem parecer distantes de serem implementados. Seja qual for a razão, entenda que muitos dos limites são criados por nós mesmos.


Faço o convite para que dê um passo adiante e analise cada uma das possibilidades o mais distante possível das suas próprias crenças.
Aí vai:
1) Aprenda a checar o seu extrato semanalmente. Quando a minha vida financeira era um caos, não conseguia olhar para o extrato. Já encontrei outras pessoas com a mesma fobia. Entenda, não olhar regularmente para seu extrato só irá te afastar de uma vida financeira saudável;
2) Livre-se de todas as contas desnecessárias. Já reparou como temos uma tendência de acumular coisas? Se você já mudou de casa alguma vez na sua vida, deve ter percebido quanta tralha somos capazes de juntar, muitas vezes sem perceber. Limpe o armário da sua vida financeira. Coloque todos os seus gastos mensais no papel. Agora olhe tudo isso com a mentalidade de alguém que quer crescer financeiramente e tire tudo aquilo que não for essencial na sua vida. Com o tempo, você vai perceber que algumas coisas vão voltar, mas só terá espaço para aquelas que forem realmente importantes.
3) Vire a chave. Se você quer realmente enriquecer, vai precisar mudar a sua forma de pensar sobre o dinheiro. Quando decidi sair da dureza e me tornar uma pessoa próspera, coloquei na minha cabeça que cada real importa e, a partir daí, fiz com que tudo o que ganhava convertesse para esse objetivo.
4) Faça um fundo para emergências. Você já deve ter ouvido falar que o ideal é ter de 3 a 12 meses de salário no seu fundo de emergência. Tá, eu concordo com isso, mas às vezes estamos tão distantes dessa realidade que largamos o osso antes mesmo de começarmos. Recomendo que faça o seguinte: busque incialmente algo menor. Que tal ter R$ 1.000,00 na poupança?
5) Invista como um profissional. Já vi pessoas que pouparam por uma vida e lá no final tinham apenas o suficiente para custear 2 ou 3 anos da sua aposentadoria. Se você quer ver esse bolo crescer de verdade, vai ter que aprender mais sobre investimentos.

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Do zero aos R$ 10.000,00 com renda extra

Ressignificar.


Confesso que nem conhecia essa palavra. Mas aprendi a força da sua magnitude nas últimas semanas.

Enquanto indicadores refletem os impactos negativos do Coronavírus na economia, verdadeiros heróis se erguem e criam uma nova forma de gerar renda.


Foi o que fez minha amiga dentista @alice.bressane . Imagina um consultório odontológico em tempo de quarentena.


Enquanto os pacientes, e o profissional, precisam evitar a presença física, as contas não param de chegar.


A Alice não se deu por vencida. Arregaçou as mangas e começou a produzir EPIs, para dentistas. Suas vendas já ultrapassam os R$ 10.000,00 de faturamento.


Adoraria que tudo voltasse ao normal o quanto antes, mas não podemos esperar de braços cruzados. Precisamos agir.
Algumas dicas:

  1. Quando pensamos em criar uma nova renda, ficamos procurando por algo que possa substituir a renda anterior, no mesmo patamar. Se encontrar algo neste sentido, ótimo! Mas não precisa gerar logo de cara uma grande fortuna. A própria Alice começou com uma venda de R$ 30,00;
  2. Procure por algo que goste de fazer ou gostaria de aprender. Também não precisa ser o maior especialista no assunto. Aprimore sua prática com o tempo.
  3. Observe o que as pessoas estão precisando. Muitas vezes é algo que já sentiu falta no seu dia a dia.
  4. Liste 10 ideias produtos/serviços que poderia oferecer. Toda e qualquer ideia que possa imaginar. Deixe seus julgamentos de lado. A maioria das pessoas chega até a 6a ideia. Não se dê por vencido, liste 10.
  5. Faça uma seleção das 3 principais. Considere requisitos como: facilidade de implementação, baixo investimento e com bom fluxo de entrada de receita (receita recorrente).
  6. Das 3 restantes, considere a rentabilidade de cada uma delas. Não precisa de nenhuma planilha excel cheia de macros. Por enquanto, fará isso no papel de pão mesmo. Por quanto poderá vender cada produto ou serviço? Quanto custará para produzir e comercializar cada unidade? Multiplique a diferença pela quantidade que espera vender por mês.
  7. Teste a sua idéia: ofereça para amigos e parentes e veja o nível de aceitação do produto ou serviço que criou.
  8. Comece a coletar depoimentos e divulgar fotos e exemplos para a sua rede de contatos.

São só sugestões. O mais importante é perceber que a solução está dentro de você.

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Como lidar com a redução da renda familiar

A essa altura você já deve ter percebido que o impacto do COVID19 vai bem além da saúde. 

Com as pessoas em casa o consumo cai drasticamente. 

Restaurantes, bares, cinemas e grande parte dos estabelecimentos estão fechados. 

A consequência são fábricas diminuindo a produção e comércios fechando as portas.

A Medida Provisória 936 foi criada para tentar amenizar o impacto para as empresas, ela permite a redução de salário e jornada ou de suspensão de contratos de trabalho.

Entenda. Tudo isso irá passar em algum momento. Mas você e sua família precisam se defender financeiramente até esse momento chegar.

Aqui vão algumas dicas de como você pode navegar por esses tempos difícieis:

  1. Priorize os gastos da família. Procurem decidir juntos os gastos essenciais; Importante: este é o momento para questionar aqueles gastos que nunca questionaram antes;
  2. Elimine qualquer despesa desnecessária como assinaturas e compras por Apps;
  3. Fique atento às medidas anunciadas pelo Governo e sistema bancário. Ex. adiamento no pagamento de impostos e flexibilização das parcelas de financiamentos;
  4. Negocie: procure rever contratos que estão em andamento como telefonia celular, aluguel e outros;
  5. Cuidado com as promoções: durante as crises é comum vermos grandes promoções. Atenção: por mais convidativa que seja, a promoção só vale a pena caso tenha uma boa reserva financeira. Certifique-se do impacto futuro da sua decisão;
  6. Não perca tempo. Ficar esperando alguma solução cair do céu não vai ajudar. Procure fazer reduções enquanto ainda tem espaço para movimentações no orçamento.

No mais, espero que esteja bem. Cuide da sua saúde e daqueles que ama.

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3 formas de gerar renda

1. Com o Trabalho: quando você troca seu tempo por dinheiro. Essa e a mais comum e a que está em grande perigo agora em tempos de Coronavírus;

2. Com a Terra: pode ser desde uma plantação ou até a compra de um terreno para construir um imóvel e vender ou alugar;

3. O próprio Capital: algo que te traga receita do próprio dinheiro (de forma simplificada, investimentos no mercado financeiro por exemplo).

Talvez você não esteja explorando essas 3 fontes, ainda. O que não significa que não poderá fazer isso em um futuro próximo.

O que você pode fazer de diferente hoje para que isso se torne uma realidade amanhã? ????

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