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A relação entre investimento financeiro e liberdade profissional

Num primeiro olhar, pode até parecer que não existe relação entre investimento financeiro e liberdade profissional. Mas existe!

O investimento pode ajudar uma pessoa a se posicionar dentro da empresa, lutar por seus direitos e defender um determinado ponto de vista. Ou até a pedir demissão e mudar a área de atuação, em busca de algo mais interessante para a sua vida. 

Isso porque quando o colaborador tem um investimento consolidado, ele se sente mais seguro para trilhar o seu caminho profissional com autonomia, ciente de sua importante participação na empresa, mas também atento à forma como é tratado.

Com um investimento, as pessoas ganham mais autonomia, têm mais flexibilidade e liberdade profissional.

“Se a pessoa tem um trabalho desgastante, pesado, que não traz mais prazer, ou se tem uma liderança muito desagradável, ela consegue até pensar em sair do emprego. Mas a pessoa que tem dívida, tem filhos para criar, tem que contribuir com o sustento da casa, acaba ficando refém da situação. A chance desse colaborador sair é muito menor do que alguém que poupa, porque ele não cria essa segurança financeira”, observa Lina Eiko Nakata, professora da FIA Business School.

Com um olhar sempre no futuro, a FIA dissemina conhecimentos de teorias e métodos de Administração de Empresas, aperfeiçoando o desempenho das instituições brasileiras através de algumas linhas básicas de atividade, entre elas, a pesquisa.

E foi justamente desta forma que a instituição identificou a relação existente entre endividamento pessoal e experiência no trabalho. Segundo o levantamento FIA Employee Experience – FEEx, o endividamento leva os colaboradores a piores experiências no trabalho e gera falta de motivação e baixa produtividade.

Controle financeiro

A professora ressalta que mais importante do que não ter dívidas, é que elas sejam controladas. Lina explica que a dívida é algo necessário porque muitas vezes é o único meio que viabiliza a compra de algo maior que as pessoas gostariam de ter. 

“Então, não importa exatamente se ela tem dívida, mas o quanto ela consegue gerenciar o próprio dinheiro. É importante que esse gasto seja bem planejado porque se a pessoa tem controle, a situação não chega a ser prejudicial e não reflete no trabalho”, ressalta. 

De modo geral, a segurança financeira é composta tanto pelo controle das dívidas, quanto pelo fato de se ter um investimento, que possibilita uma movimentação no trabalho ou uma possível negociação.

“Essa segurança financeira gerada pelo investimento é muito relevante porque dá liberdade para a pessoa pensar em trocar de área ou em assumir um novo desafio dentro ou fora da empresa. As diversas dependências financeiras fazem com que o colaborador aceite o controle do chefe ou até uma exploração”, comenta.

Responsabilidade da empresa

Para Lina Nakata, a preocupação das empresas com a situação financeira dos colaboradores é – ou deveria ser – uma corresponsabilidade, afinal, quando o colaborador está em uma situação crítica em relação às suas finanças pessoais, possivelmente terá um desempenho pior no trabalho.

“Sabemos que existem outras variáveis que desviam o foco, como um caso de doença na família ou algum outro problema pessoal, mas quando falamos de endividamento pessoal, a empresa consegue contribuir de forma direta, na medida em que trabalha com educação financeira, por exemplo”, explica. 

A pesquisa FEEx traçou um panorama do endividamento nas organizações. Segundo o levantamento, 5% dos colaboradores das empresas classificadas entre as 100 melhores para se trabalhar têm dívidas fora do controle. Esse índice dobra nas companhias que não fazem parte dessa classificação; nesse caso, 10% dos colaboradores já perderam a mão de suas finanças.

Isso se considerarmos que todas as pessoas que têm dívidas fora de controle, tiveram coragem de assumi-las e de responder fielmente à pesquisa. Ou seja, de uma forma ou de outra, a situação exige atenção. E ainda dentro dessa corresponsabilidade das empresas, há que se levar em conta o limiar entre auxiliar o colaborador e respeitar os seus limites. 

“É claro que as empresas querem pessoas comprometidas, trabalhadoras e produtivas, mas ninguém quer que o funcionário trabalhe 24 horas. O que as empresas querem é que ele trabalhe de forma eficiente e, para isso, é preciso ter equilíbrio. Então, a empresa precisa transmitir essa mensagem de que é importante trabalhar de forma balanceada e isso significa ter um consumo adequado, um trabalho que tenha significado para o colaborador e que ele consiga desenvolvê-lo bem. Assim, ele terá a sua saúde financeira garantida também”, destaca. 

Controle das finanças

Muitas vezes, o que leva as pessoas às dívidas descontroladas é justamente a insatisfação no trabalho, o que pode gerar uma bola de neve. O colaborador está insatisfeito, gasta mais e fica ainda mais descontente com o trabalho. 

Aprender a controlar as finanças é o primeiro passo para sentir mais alegria. E o foco no investimento pode ser o passo certeiro que vai garantir a autonomia e a liberdade tão desejadas. 

Para saber mais sobre esse assunto, clique aqui e entre em contato com a equipe da Futurar. 

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Pesquisa aponta relação entre endividamento e experiência no trabalho

Estresse influencia no endividamento do colaborador? E o feedback que a empresa dá ao seu funcionário faz diferença na forma como ele gasta o seu dinheiro? Uma pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Administração (FIA) apontou a relação existente entre endividamento pessoal e experiência no trabalho.

Segundo o levantamento FIA Employee Experience – FEEx, até o sono, a atividade física e a saúde do colaborador podem comprometer a sua vida financeira. Além disso, as boas práticas da empresa também interferem no endividamento do trabalhador. 

Só para se ter uma ideia, as pessoas que recebem feedback nas empresas se sentem mais bem cuidadas e, de certa forma, também recebem atenção, o que gera um impacto sobre o endividamento. Essas pessoas têm 18% mais chances de serem poupadoras, e 37% menos chances de ter dívidas fora de controle.

Mas por que as empresas deveriam se preocupar com isso? 

A resposta é simples. O endividamento leva os funcionários de uma empresa a piores experiências no trabalho e geral falta de motivação e baixa produtividade. 

A FEEx avalia a experiência dos colaboradores em seu ambiente de trabalho, na relação com seus chefes e colegas, no contato com as políticas e práticas de recursos humanos e sua visão sobre a condução da empresa pelo CEO.

A iniciativa visa reconhecer as empresas que mais investem nos ambientes de trabalho para que sejam, ao mesmo tempo, saudáveis, agradáveis e produtivos, através de uma ótima experiência de seus funcionários.

Última edição

A edição de 2020, divulgada recentemente, contou com a participação de mais de 150 mil funcionários de diversas empresas, dentre as quais, 100 são consideradas Lugares Incríveis Para Trabalhar (LIPT), com 106 mil funcionários no total.

A referência utilizada para comparar os dados do grupo de não-premiadas (113 organizações) foi o conjunto dos 100 Lugares Incríveis para Trabalhar. Os resultados da pesquisa mostraram que as organizações não-premiadas receberam avaliações piores quanto ao reconhecimento e à recompensa, quando comparadas com a média dos 100 Lugares Incríveis Para Trabalhar.

Endividamento nas empresas

A pesquisa FEEx traçou um panorama do endividamento nas organizações. Segundo o levantamento, 51% das pessoas que atuam nas empresas não classificadas entre as 100 melhores para se trabalhar têm dívidas planejadas e que estão sob controle. O índice é 1% menor se comparado ao das empresas premiadas.

O que chama a atenção, contudo, é o índice de pessoas que têm dívidas fora de controle, que é o dobro nas empresas sem classificação, onde 10% dos colaboradores já perderam a mão de suas finanças. 

Outro ponto que fica evidente com a pesquisa, tanto nas empresas classificadas entre as melhores para se trabalhar, quanto nas demais, é a falta de hábito em relação a investimentos. Segundo o levantamento, 78% dos colaboradores nos LIPT não têm dinheiro guardado. O número é ainda maior nas demais empresas: 85%.

Análise

Para Marcelo Siqueira, sócio-fundador da Futurar Planejamento Financeiro, a falta de foco em investimentos não só significa a falta de conhecimento sobre o assunto, mas também revela um detalhe importante sobre os colaboradores das empresas: a falta de planejamento do futuro

“O investimento traz em si uma segurança para o trabalhador e para a sua família, além da possibilidade de realizar sonhos e projetos, então, quando o colaborador não pensa nisso, ele tende a buscar a realização de seus projetos por um caminho mais difícil ou, pior, a ficar sem esperança em relação ao futuro”, avalia. 

Economista formado pela FAAP, pós-graduado em Mercados Capitais pela USP, Marcelo já ajudou mais de 500 famílias a terem uma vida financeira equilibrada através de sua consultoria, e conhece bem esse cenário. 

“É fundamental que as empresas estejam atentas a esses detalhes, oferecendo treinamento de educação financeira ou mostrando os benefícios de controlar o próprio dinheiro, destacando o quanto isso gera autonomia e possibilidades para o colaborador”, ressalta. 

A análise do economista vai ao encontro das conclusões apontadas pela pesquisa FEEx. O levantamento de 2020 apontou que aqueles que não criam dívidas, mas também não poupam, têm uma experiência um pouco desfavorável. 

As pessoas deste último grupo, assim como não conseguem organizar o seu orçamento para fazer investimentos, também enxergam os processos de forma mais negativa. Nesse sentido, quanto mais as empresas se preocuparem com os seus colaboradores, melhores resultados terão.

Para saber mais sobre cursos e treinamentos de educação financeira em empresas, clique aqui e entre em contato com a Futurar.

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Troque suas parcelas do empréstimo por parcelas de investimento

Trocar as parcelas do empréstimo por qualquer outra parcela não é lá tarefa muito fácil. Isso porque se livrar daquelas enormes dívidas cheias de juros, muitas vezes, parece algo impossível. É como se fosse uma bola de neve que só aumenta, não é? Conhecemos essa história.

E é exatamente por isso que hoje viemos te fazer uma proposta. Talvez não seja aquela que você esperava, mas queremos te propor uma reflexão. A ideia é construirmos juntos um pensamento que pode mudar o rumo do seu planejamento financeiro e, por que não, da sua vida?!

Também vamos explorar estratégias para quitação de dívidas, mas esse não é o mote principal deste artigo, ok? Nossa intenção é que você termine de ler com a certeza de que daqui para frente pode ser diferente. E aquela velha máxima que “só depende de você” é fato, mas estamos aqui para te ajudar. Bora lá?

Estratégia para eliminar as parcelas do empréstimo

Existem alguns critérios que podem ser adotados na hora de traçar uma estratégia para quitar as suas dívidas. Os nossos preferidos são:

  1. Pagar a dívida de menor saldo devedor, assim você logo vê resultado e tem menos uma dívida para administrar;
  2. Pagar a dívida com os juros mais altos, fazendo com que a dívida deixe de aumentar. Mas esses não são os únicos caminhos. E antes de tomar a decisão, é preciso considerar alguns pontos, como: prazo para quitação da dívida, montante de juros que serão pagos ao banco e, claro, a disponibilidade de caixa.

Reunimos essas e outras estratégias para trocar suas parcelas do empréstimo por parcelas de investimento em um ebook, que você pode baixar gratuitamente. Recomendamos que faça o download e deixe ele em seus documentos favoritos, porque ele traz diversos exercícios que podem te ajudar a definir por qual caminho seguir. 

Neste e-book você vai compreender até o que está por trás daquelas ofertas que parecem irrecusáveis, quando um banco te liga oferecendo uma linha de crédito com uma taxa menor para quitar tudo. Mas antes de baixá-lo, vamos àquela reflexão que falamos. 

A disciplina que você precisa para mudar de vez a sua vida

O negócio é o seguinte, quando a conta de luz chega, você paga. O seguro do carro chega, você paga. O boleto da escola do seu filho chega e você paga. As parcelas do seu empréstimo, a duras penas, você também paga. Então perguntamos: por que não ter a mesma disciplina e compromisso que você tem para pagar os boletos, com os seus investimentos? Já parou para pensar?

A constância nos investimentos é um divisor de águas para quem quer construir patrimônio a partir de investimentos. Mais do que quitar as dívidas e passar a investir, é importante criar esse hábito, pensar no investimento como contas a pagar.

Isso é fundamental para a realização de qualquer projeto que você tenha em sua vida, desde comprar um carro ou um apartamento, até garantir mais segurança para você e para os seus filhos. 

E esta é uma conversa sobre mudança de conceito, efetivamente, porque pense nas vezes em que você já teve um empréstimo e terminou de pagá-lo… Para onde foi aquele valor que era usado para pagar o empréstimo? Provavelmente, você não sabe, porque é exatamente isso que acontece. Em geral, o valor da prestação rapidamente é absorvido por outros gastos que, muitas vezes, você nem se dá conta.

Então, a nossa reflexão é esta: troque suas parcelas do empréstimo por parcelas de investimento, ou seja, considere o seu investimento como um compromisso. No caso, será um compromisso com você, de melhorar a sua vida.

E sempre que precisar de alguma ajuda, estamos aqui para conversar. Entre em contato e reserve um horário na agenda. Nós sabemos como te ajudar. 

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Reforma Tributária: o que sabemos até agora

Na última sexta-feira (25) o ministro da Economia, Paulo Guedes, entregou a proposta de Reforma Tributária à Câmara dos Deputados e isso mexeu com o ânimo dos mercados!

A bola já estava cantada (ao menos em parte), mas não se fala de outra coisa desde então.

Inclusive, postamos uma série de stories no nosso Instagram pra dar uma passada geral nos pontos.

Por se tratar de uma proposta e por requerer uma tramitação pela Câmara e Senado, ainda existe um grau de incerteza grande sobre o tema. Nesse sentido, continuamos estudando o assunto e participando de todos os fóruns possíveis para depreender as nuances. Participamos na noite desta segunda (28) de um papo de altíssimo nível com a XP e destacamos abaixo alguns pontos discutidos:

  • Existe um debate grande sobre não tributar o estoque, ou seja, aquilo o que já está alocado/investido. A solução seria aplicar as novas regras aos novos aportes/ investimentos.
  • Já existe sinalização para reduzir a tributação de dividendos de 20% para 15%, como todo o restante da linearização que foi feita na proposta. A impressão é de foram criadas “gorduras” para negociar o texto final.
  • Há uma possibilidade alta de judicialização da Reforma, dado todo o contexto político entre governo e oposição, CPI, vacinação, etc.
    A sensibilidade do time é que a Reforma passe pela Câmara, mas que esse trâmite será um pouco mais difícil no Senado. Ou seja, a discussão tende a se arrastar um pouco.
  • Fundos imobiliários: seguramente foi um dos assuntos mais comentados nas mídias sociais. Importante destacar que esse assunto não estava no texto que circulou na terça-feira (22), mas apareceu no texto final na sexta (25). Fica a impressão daquele assunto “jabuti”, não estava ali, mas alguém colocou… Causou estranheza, até porque um dos objetivos é taxar os grandes investimentos, e tributar os FIIs acaba atingindo os pequenos.

Enfim, muitas dúvidas ainda persistem, mas estamos buscando simplificar, pra você, tudo o que rola desse assunto, de forma que suas decisões possam ser devidamente fundamentadas. Até aqui, entendemos que as estratégias não devem ser alteradas!

Voltaremos com atualizações tão logo seja possível.

Uma excelente semana!

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O Investidor do Futuro: um jeito simples de aprender como investir direito

Quando se fala em investimento, muitas pessoas se confundem devido ao grande número de informações disponíveis. Como fazer? Por onde começar? Qual é o investimento ideal para mim? São tantas perguntas que, muitas vezes, fica até difícil encontrar respostas. 

Mas existe sim um caminho que te permite aprender de uma vez por todas como investir o seu dinheiro corretamente de maneira simples e prática, o que é o maior desafio.

Pense bem: quantas vezes você já assistiu lives e mais lives sobre esse assunto, leu conteúdos na internet e quando chegou a hora de colocar em prática, ficou travado? Ou, ainda: há quanto tempo você investe apenas na poupança, porque tem medo ou porque não sabe como percorrer esse caminho para o investimento ideal?

Pois bem. Nós, da Futurar Planejamento Financeiro, sabemos que essa é uma jornada cheia de nuances e decidimos percorrer esse caminho junto com você.

O investimento ideal sem milagres

Não existe milagre na hora de investir. Esse é um alerta importante e necessário. Independentemente do rumo que irá seguir, você precisa saber que o que existem são técnicas, ferramentas corretas e conhecimento sobre o assunto. 

Em nossa jornada de trabalho na Futurar, temos nos deparado com muitas pessoas que têm conhecimento, mas não têm as ferramentas corretas para investir. Ou até conhecem as técnicas, mas não sabem como aplicá-las. Tentam fazer o certo, mas do jeito errado. Como martelar com chave de fenda ou tomar sopa com garfo.

É preciso ter clareza de como investir o seu dinheiro corretamente. E para isso, é fundamental que você conheça o seu perfil. E aqui vai a primeira recomendação: é preciso encontrar uma maneira para ter essa clareza e estabelecer as prioridades em sua vida.

Não adianta ficar só na base das leituras, achando que conseguirá encontrar o investimento ideal com pesquisas na internet. Todos precisamos de algo consolidado, estruturado e factível, porque investir na prática depende disso.

Um recado importante para você

Diante das dificuldades de tantas pessoas que nos procuravam em busca de colocar em prática aquilo que elas viam por aí, nós, da Futurar, registramos todo esse caminho que, se percorrido, levará você não só à jornada do conhecimento sobre o investimento ideal, mas principalmente à realização de sonhos e a uma vida melhor.

Sim, porque é exatamente isso que um planejamento financeiro bem estruturado e realizado de acordo com as suas características vai proporcionar. Com o investimento ideal, você tanto pode dormir tranquilo sabendo que terá uma aposentadoria robusta, por exemplo, ou pode sonhar com aquela viagem que conseguirá fazer no pós-pandemia, com o resultado sólido de um investimento que é adequado ao seu estilo. 

Conheça o nosso curso

O que fizemos foi transformar todo o nosso conhecimento em um curso: “O Investidor do Futuro”.

Em nosso curso você conhecerá, de modo simples e prático, desde as oportunidades da renda fixa, com títulos públicos e crédito privado, até os desafios de identificar oportunidades na renda variável. 

Com nova turma em agosto, o curso “O Investidor do Futuro” também aborda a questão do investimento em imóveis e em fundos imobiliários, especulação x investimentos e dividendos e até os caminhos para domar de vez o Leão e aproveitar os benefícios do Imposto de Renda. Aliás, você sabe que ele também pode ter alguns benefícios, né? Mas esse é assunto para outro artigo.

Fique conosco por aqui. Semanalmente temos novidades no blog.

E para saber mais sobre investimento simples e descomplicado ou sobre o curso “O Investidor do Futuro”, clique aqui e entre em contato conosco ou marque um horário direto com a gente.

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Você pode ter qualquer coisa, mas não pode ter todas as coisas

Precisamos de um tempo para percebermos como algumas coisas funcionam, especialmente quando se trata de dinheiro e a nossa relação com ele. O que de fato podemos comprar com o nosso dinheiro? Escolhas precisam ser feitas, mesmo para aqueles com muitos recursos.

Sentimentos se misturam com as lições que aprendemos durante a nossa vida e vamos criando nossas próprias verdades, sem ao menos termos frequentado uma única aula sobre finanças.

Somos especialistas do nosso próprio mundo quando se trata da forma que usamos os nossos recursos.

Afinal, falar sobre dinheiro, quanto ganhamos e como gastamos, talvez não seja algo tão trivial. Creio que não exista outro tema tão reservado quanto este.

Tomamos decisões financeiras diariamente, a maioria delas com impacto no nosso tempo, energia e relações.

No fundo, basta entendermos que cada decisão é uma escolha em detrimento de outra. Simples assim.

O quanto refletimos sobre cada uma dessas decisões?

Muito pouco, de acordo com a minha pequena amostragem.

Algumas pessoas tem o que chamo de “fobia de extrato”.

Diante de uma ameaça, o ser humano reage de duas formas: lutar ou correr.

Já adianto, no caso do seu extrato, correr não vai necessariamente te salvar.

Encare seu o orçamento de frente e descubra o quanto pode ser feito.

Nosso objetivo é fazer com que tenha mais escolhas, trazendo o melhor aproveitamento possível para cada Real que pode gerar.

Vamos bater um papo?

Agende um horário agora mesmo.

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Como ter fontes inesgotáveis de clientes

Imagina você morando em uma casa com um quintal bem espaçoso. No meio desse quintal tem uma árvore de frutos. O que aconteceria se todos os dias você fosse lá e tirasse frutos dessa árvore? Logo os frutos se esgotariam e você teria que esperar pela próxima colheita.

Agora pense o seguinte: quais são as suas fontes de clientes hoje? Se pensou somente na própria carteira, através de recomendações, talvez esteja cometendo o mesmo erro do caso acima. Nenhuma árvore dá frutos o ano inteiro.

O objetivo desse texto é te ajudar a ter novos clientes todos os meses, aliviar o estresse, ampliar a sua marca e gerar lucros adicionais para o seu negócio.

Certa vez escutei de um vendedor de sucesso que era necessário criar 7 fontes de clientes se quiser superar suas metas de vendas. Então fui lá e criei não 7, mas 8 fontes de onde poderiam vir novas prospecções.

Portanto, aí vai uma sequência de passos para te ajudar a atrair mais clientes:

CRIE SUA LISTA COM 8 DIFERENTES FONTES DE CLIENTES

Aviso: não adianta listar todos as mídias sociais que conhece. Considere mídias sociais como uma única fonte, a menos que tenha uma estratégia específica para cada uma das plataformas. E quais seriam as suas outras 7 fontes? A maioria das pessoas consegue listar apenas 5 ou 6. Não se dê por vencido. Você precisa chegar em 8 para poder continuar o exercício!

PENSE EM UMA AÇÃO PARA CADA FONTE

Já com a sua lista de fontes pronta, pense em uma ação que irá desenvolver para cada uma das fontes nos próximos meses. A coisa não vai acontecer sozinha. Você precisará alimentar com empenho cada uma das suas fontes.

CALCULE O ROI (RETORNO SOBRE INVESTIMENTO) PARA CADA UMA DAS AÇÕES

Não existe retorno sem investimento. Portanto, muito provavelmente você terá que investir para desenvolver uma das fontes, mesmo que seja seu tempo. Calcule o retorno esperado sobre o investimento para cada uma das fontes.

Para isso, veja o valor investido, ainda que estimado, e qual seria o potencial de faturamento para essa ação.

Estabeleça metas claras para cada uma e não deixe de medir seus resultados mês a mês. Lembre-se da máxima “tudo o que medimos, cresce”.

A partir daí é ter foco nas mais rentáveis.

Note que algumas das fontes tem um tempo de maturação maior do que outras. Se você está começando a fazer posts agora, por exemplo, a tendência é que isso leve mais tempo do que as recomendações vindas da própria carteira.

A minha recomendação é que implemente sua tática por 6 meses no mínimo e nunca com menos do que 8 fontes diferentes.

Faça os ajustes necessários.

Preparei uma planilha com minhas fontes de clientes atuais.

Você pode usar como um modelo se quiser.

Basta clicar aqui.

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Como viajar bem, gastando pouco ou quase nada

Importante: No momento em que escrevo esse texto, apesar de já ter sido anunciada uma vacina para o Covid-19, ainda passamos por muitas incertezas e restrições impostas por diversos países e setores. No entanto, poder viajar bem e gastando pouco, exige planejamento e tempo. Comece devagar, pesquisando e estudando, para quando o momento de viajar chegar, você já estará com as malas prontas.

Não faz muito tempo, tinha uma grande dificuldade em compreender como algumas pessoas conseguiam viajar com tanta frequência, visitando lugares maravilhosos e ficando nos melhores hotéis.

Pensava que era uma questão de acumular milhas com compras no cartão de crédito. Para tanto, bastava ter um cartão com bom multiplicador de milhas e ter seus gastos concentrados neste cartão. Pronto, estava tudo resolvido. Ledo engano.

Isso até pode ser uma parte da estratégia, mas é grande a chance de acabar gastando mais, com pouca eficiência na geração de milhas.

Mais um ponto importante. 

Já fiz “mochilão” pela América do Sul, fiquei em albergues pelo mundo e acampei em alguns lugares. 

Não me arrependo de nada, tudo ótimo, mas tudo tem sua fase e seu momento. Além disso, cada um tem o nível de conforto que gostaria de viajar. Trata-se de algo muito pessoal. 

Hoje, aos 48 anos de idade, prezo por certo conforto nas minhas viagens, principalmente quando acompanhado da minha esposa e filhas. 

Isso significa ficar nos lounges nos aeroportos enquanto esperamos a chamada para nossos voos, podermos eventualmente utilizar a primeira classe (ah! que delícia!!) e ficar em bons hotéis. 

Agora pasmem, faço isso gastando o mesmo, ou até menos, do que pessoas que viajam na média. 

Vou te dar um exemplo.

No final de 2018, antes do Corona, viajei com a minha família para a Argentina por 23 dias, gastando menos do que grande parte dos pacotes para Reveillon no Brasil por apenas uma semana!

Mas como isso é possível?

Antes de te dar o passo a passo, preciso dar o crédito à pessoa certa. 

Comprei um curso chamado Turbine suas milhas, do Márcio de Andrade.

O negócio é complexo, mas garanto que o esforço compensa.

O que fazer:

1. Tenha um cartão de crédito associado a alguma companhia aérea: ao fazer essa escolha, seus pontos do cartão irão direto para a companhia aérea escolhida. Se por um lado pode ser ruim, pois ficará limitado a essa empresa, por outro poderá te dar alguns benefícios tais como: maior pontuação por gasto, benefícios em compras de milhas e nas bonificações, upgrade de cabines, isenção do custo de despacho de bagagem, prioridade no embarque e desembarque e outros.

2. Tenha um segundo cartão de crédito que não esteja vinculado a nenhuma companhia aérea. Você poderá utilizar esses pontos para voar com a empresa aérea de sua preferência, aproveitar as promoções de transferência de pontos (ver abaixo), ter acesso às salas VIPs dos aeroportos e, combinado com o “item 1”, multiplicar suas milhas.

3. Cadastre-se nos clubes das empresas aéreas e seus parceiros, mesmo que pelo valor mínimo. Os clubes estão nos sites das companhias aéreas e no seu principal parceiro a Livelo. Não precisa sair se cadastrando em tudo o que é clube. Faça isso aos poucos, a medida que as promoções para adesão forem aparecendo.

A cada anúncio de promoção, você poderá avaliar se compensa participar de algum desses clubes. Começaria pela Livelo.

4. Fique atento às promoções das empresas aéreas, de cartões de crédito e seus parceiros: sites como Melhores Destinos e Passageiro de Primeira, divulgam frequentemente as promoções que estão acontecendo.

Importante: 1) antes de seguir com a sua estratégia de cartões e afiliações aos clubes, esteja ciente dos seus gastos. Nada vai compensar se tiver que pagar juros do cartão de crédito ou do cheque especial. Organize sua vida financeira primeiro e, só então, comece a construir sua estratégia de viagens; 2) Escolha um cartão que os seus gastos irão isentar a cobrança da anuidade. Pagar R$ 1.500 de anuidade por um cartão pode ser um tiro no pé. Você poderá consultar o ranking dos cartões no site Melhores Destinos.

Com todos esses passos, você estará acumulando milhas.

Mas isso não é tudo. Muitas vezes vale mais a pena você vender suas milhas acumuladas e comprar a passagem no cartão. Para isso, normalmente utilizo o Max Milhas

Explico: uma das movimentações que dá mais pontos nos cartões parceiros das empresas aéreas é justamente a compra de passagens. 

Fazendo da maneira correta, você poderá vender suas milhas com lucro e comprar a passagem com seu cartão acumulando mais milhas ainda.

Sobre os hotéis, o grande lance é aproveitar as promoções. 

Elas acontecem com muita força durante a black friday, mas podem ocorrer durante o ano todo.

É muita informação para passar em um único texto. 

Comece pesquisando, assistindo aos videos e vá se inteirando aos poucos sobre o tema.

Lembre-se de usar o tempo a seu favor.

No mais, faça uma ótima viagem!

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A forma como o dinheiro funciona está mudando e você precisa estar atento a isso

Existem muitos fatores que podem atrapalhar seus planos de conquistar a liberdade financeira.

Uma crise financeira, por exemplo, desemprego, prejuízo nos investimentos e outros.

No entanto, existe um fator que não pode ser deixado de lado: a perda do poder de compra do seu dinheiro, que acontece de forma sorrateira, sem que você perceba.

Basicamente ela acontece de duas formas: 1) em relação a outras moedas; 2) em relação a sua própria moeda.

Imagine que no final de 2019 você tinha R$ 10.000,00, o que equivaliam a aproximadamente US$ 2.488.

Pouco mais de 10 meses se passaram e hoje, com os mesmos R$ 10.000,00, você consegue comprar US$ 1.789.

São quase US$ 700 a menos. Significa que você ficou 30% mais pobre quando comparado a uma moeda forte. Basicamente sim.

O mesmo efeito pode acontecer por conta da inflação.

Um cafezinho que há pouco mais de um ano atrás custava R$ 4,50, pode ser encontrado agora por R$ 6,00.

Em outras palavras, agora você precisa de mais reais para comprar a mesma mercadoria. O seu dinheiro perdeu poder de compra, corroído pela inflação.

Podemos tirar algumas lições. São elas:

1) Não dá para ganhar em reais e gastar em dólar. Portanto, se você é do tipo que gosta de levar seus filhos para a Disney todo ano, encontre uma forma de ter receita em dólar;

2) Sobre sua liberdade financeira, cada vez mais devemos pensar em construir sua base em moeda forte;

3) Ao pensar em investir, você precisa ao menos bater a inflação. Com a Selic atual na casa dos 2% e a inflação projetada em 2,65%, vivemos um cenário onde pagamos para deixar o dinheiro líquido em investimentos de curto prazo;

Até hoje me lembro de ter visto uma notícia de um homem que poupou sua vida inteira colocando o dinheiro embaixo do colchão. Eram sacos do dinheiro, mas que não tinham valor nenhum.

No cenário atual, se não protegermos o valor do nosso dinheiro, veremos essa história se repetir.

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Porque comprei um carro zero

São grandes as chances de que a cada 10 planejadores financeiros que você perguntar se deve comprar um carro zero ou usado, ao menos 9 fiquem com a segunda opção.


Faz sentido, ao menos matematicamente, já que o maior custo da compra de um veículo está na depreciação. 


Ao sair da concessionária, seu carro com aquele cheiro de novo já perdeu uns 10% do seu valor.


Então o que me levou a comprar um carro novo.


Um pouco de contexto.


Prestes a fazer uma longa viagem com a minha família, me deparei com uma manutenção do meu carro anterior.


Adorava aquele carro, mas por conta do tempo de uso e por ser um carro de valor maior, exigia uma manutenção mais frequente, e mais cara, do que gostaria.


Passei a procurar então por um carro com baixa quilometragem, menor custo de manutenção e, de preferência, com fama de “inquebrável”, pois passaríamos um bom tempo nas estradas entre São Paulo e Bariloche.


Cheguei até os modelos japoneses.


Por ser final de ano, com vendedores querendo bater suas metas, conseguimos um baita desconto pelo carro zero.


Resumo, queria substituir meu carro anterior e surgiu a oportunidade com desconto. Será que isso seria o suficiente para suportar minha decisão?


Poderia descrever aqui uma série de outras justificativas para a minha escolha. 


É fácil encontrarmos pretextos que suportem nossas decisões de compra, seja ela qual for. 


No entanto, a realidade é que encontrei um equilíbrio entre a minha condição financeira no momento da compra, fatores favoráveis de mercado como o desconto oferecido pelo vendedor por um carro que tinha exatamente o que eu estava procurando e, por fim, a satisfação do meu desejo naquele momento. Sim, e porque não?


Certamente poderia ter escolhido um veículo usado da mesma marca ou até mesmo um modelo de menor valor.


Mas não é disso que se trata. 


Não acho que tenha que ficar sempre com a opção mais em conta, mas com a que mais faça sentido no seu contexto pessoal e financeiro.


É por isso que o nosso tema aqui se chama “finanças pessoais”. 


O que vale para muitos, pode não valer para você.