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Nos conhecermos para prosperarmos.

Os economistas cuidam do bolso, mas ainda não encontraram um jeito de planilhar a alma. Bem, esse é o começo de todo rombo.

Um perfil de investidor é muito pouco, uma aba de excel não leva em conta nossos sonhos e medos, crenças, forças, limitações. Prometem um pé de meia para futuro, fazem as contas, mas se esquecem do humano que há por trás da calculadora.


Antes de fundos de investimentos, tem uma conta em aberto:


Entender como a gente funciona quando o assunto é dinheiro, olhar para nossa história, fazer as pazes e abrir caminho para os insights que podem mudar melhor hábitos e vícios.

Se a gente tenta, tenta e não prospera, pode crer que não é só uma questão aritmética. Precisamos, sim, da competência de um profissional, mas queremos também um olhar amigo, alguém com quem a gente possa se abrir nesse lugar complicado que são as contas, alguém que sabemos, veio para ficar, para construir junto.

Juntos, vamos cobrir um saldo que vive no vermelho: essa voz que diz que não somos capazes e que não temos jeito. Juntos, afinal, somos economistas, mas antes disso somos pessoas interessadas na prosperidade de outras pessoas.