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Porque comprei um carro zero

São grandes as chances de que a cada 10 planejadores financeiros que você perguntar se deve comprar um carro zero ou usado, ao menos 9 fiquem com a segunda opção.


Faz sentido, ao menos matematicamente, já que o maior custo da compra de um veículo está na depreciação. 


Ao sair da concessionária, seu carro com aquele cheiro de novo já perdeu uns 10% do seu valor.


Então o que me levou a comprar um carro novo.


Um pouco de contexto.


Prestes a fazer uma longa viagem com a minha família, me deparei com uma manutenção do meu carro anterior.


Adorava aquele carro, mas por conta do tempo de uso e por ser um carro de valor maior, exigia uma manutenção mais frequente, e mais cara, do que gostaria.


Passei a procurar então por um carro com baixa quilometragem, menor custo de manutenção e, de preferência, com fama de “inquebrável”, pois passaríamos um bom tempo nas estradas entre São Paulo e Bariloche.


Cheguei até os modelos japoneses.


Por ser final de ano, com vendedores querendo bater suas metas, conseguimos um baita desconto pelo carro zero.


Resumo, queria substituir meu carro anterior e surgiu a oportunidade com desconto. Será que isso seria o suficiente para suportar minha decisão?


Poderia descrever aqui uma série de outras justificativas para a minha escolha. 


É fácil encontrarmos pretextos que suportem nossas decisões de compra, seja ela qual for. 


No entanto, a realidade é que encontrei um equilíbrio entre a minha condição financeira no momento da compra, fatores favoráveis de mercado como o desconto oferecido pelo vendedor por um carro que tinha exatamente o que eu estava procurando e, por fim, a satisfação do meu desejo naquele momento. Sim, e porque não?


Certamente poderia ter escolhido um veículo usado da mesma marca ou até mesmo um modelo de menor valor.


Mas não é disso que se trata. 


Não acho que tenha que ficar sempre com a opção mais em conta, mas com a que mais faça sentido no seu contexto pessoal e financeiro.


É por isso que o nosso tema aqui se chama “finanças pessoais”. 


O que vale para muitos, pode não valer para você.

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