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Pesquisa aponta relação entre endividamento e experiência no trabalho

Estresse influencia no endividamento do colaborador? E o feedback que a empresa dá ao seu funcionário faz diferença na forma como ele gasta o seu dinheiro? Uma pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Administração (FIA) apontou a relação existente entre endividamento pessoal e experiência no trabalho.

Segundo o levantamento FIA Employee Experience – FEEx, até o sono, a atividade física e a saúde do colaborador podem comprometer a sua vida financeira. Além disso, as boas práticas da empresa também interferem no endividamento do trabalhador. 

Só para se ter uma ideia, as pessoas que recebem feedback nas empresas se sentem mais bem cuidadas e, de certa forma, também recebem atenção, o que gera um impacto sobre o endividamento. Essas pessoas têm 18% mais chances de serem poupadoras, e 37% menos chances de ter dívidas fora de controle.

Mas por que as empresas deveriam se preocupar com isso? 

A resposta é simples. O endividamento leva os funcionários de uma empresa a piores experiências no trabalho e geral falta de motivação e baixa produtividade. 

A FEEx avalia a experiência dos colaboradores em seu ambiente de trabalho, na relação com seus chefes e colegas, no contato com as políticas e práticas de recursos humanos e sua visão sobre a condução da empresa pelo CEO.

A iniciativa visa reconhecer as empresas que mais investem nos ambientes de trabalho para que sejam, ao mesmo tempo, saudáveis, agradáveis e produtivos, através de uma ótima experiência de seus funcionários.

Última edição

A edição de 2020, divulgada recentemente, contou com a participação de mais de 150 mil funcionários de diversas empresas, dentre as quais, 100 são consideradas Lugares Incríveis Para Trabalhar (LIPT), com 106 mil funcionários no total.

A referência utilizada para comparar os dados do grupo de não-premiadas (113 organizações) foi o conjunto dos 100 Lugares Incríveis para Trabalhar. Os resultados da pesquisa mostraram que as organizações não-premiadas receberam avaliações piores quanto ao reconhecimento e à recompensa, quando comparadas com a média dos 100 Lugares Incríveis Para Trabalhar.

Endividamento nas empresas

A pesquisa FEEx traçou um panorama do endividamento nas organizações. Segundo o levantamento, 51% das pessoas que atuam nas empresas não classificadas entre as 100 melhores para se trabalhar têm dívidas planejadas e que estão sob controle. O índice é 1% menor se comparado ao das empresas premiadas.

O que chama a atenção, contudo, é o índice de pessoas que têm dívidas fora de controle, que é o dobro nas empresas sem classificação, onde 10% dos colaboradores já perderam a mão de suas finanças. 

Outro ponto que fica evidente com a pesquisa, tanto nas empresas classificadas entre as melhores para se trabalhar, quanto nas demais, é a falta de hábito em relação a investimentos. Segundo o levantamento, 78% dos colaboradores nos LIPT não têm dinheiro guardado. O número é ainda maior nas demais empresas: 85%.

Análise

Para Marcelo Siqueira, sócio-fundador da Futurar Planejamento Financeiro, a falta de foco em investimentos não só significa a falta de conhecimento sobre o assunto, mas também revela um detalhe importante sobre os colaboradores das empresas: a falta de planejamento do futuro

“O investimento traz em si uma segurança para o trabalhador e para a sua família, além da possibilidade de realizar sonhos e projetos, então, quando o colaborador não pensa nisso, ele tende a buscar a realização de seus projetos por um caminho mais difícil ou, pior, a ficar sem esperança em relação ao futuro”, avalia. 

Economista formado pela FAAP, pós-graduado em Mercados Capitais pela USP, Marcelo já ajudou mais de 500 famílias a terem uma vida financeira equilibrada através de sua consultoria, e conhece bem esse cenário. 

“É fundamental que as empresas estejam atentas a esses detalhes, oferecendo treinamento de educação financeira ou mostrando os benefícios de controlar o próprio dinheiro, destacando o quanto isso gera autonomia e possibilidades para o colaborador”, ressalta. 

A análise do economista vai ao encontro das conclusões apontadas pela pesquisa FEEx. O levantamento de 2020 apontou que aqueles que não criam dívidas, mas também não poupam, têm uma experiência um pouco desfavorável. 

As pessoas deste último grupo, assim como não conseguem organizar o seu orçamento para fazer investimentos, também enxergam os processos de forma mais negativa. Nesse sentido, quanto mais as empresas se preocuparem com os seus colaboradores, melhores resultados terão.

Para saber mais sobre cursos e treinamentos de educação financeira em empresas, clique aqui e entre em contato com a Futurar.

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Finanças pessoais: uma solução para além das planilhas

Toda vez que se fala em finanças pessoais ou planejamento financeiro, logo alguém associa a ideia à elaboração de planilhas coloridas no Excel, com diversas colunas e, quiçá, alguns gráficos. E há quem diga também que o melhor é baixar um aplicativo no celular, para anotar todos os gastos. Todos! Dos pãezinhos aos cafés, das cervejas aos presentes. 

E aí, se a somatória da planilha bater com os números do extrato bancário, bingo! Sinal de que as finanças pessoais vão bem, certo? Não necessariamente. Aliás, é um grande equívoco pensar que planejamento financeiro ou investimento tem a ver com planilhas bem preenchidas e que não há outro modo de se fazer isso. 

Oras, pensemos juntos: de que adianta você ganhar uma britadeira se não sabe como ou onde utilizá-la? O uso correto de uma ferramenta, seja ela qual for, pressupõe conhecimento. É preciso conhecer as suas funcionalidades e ter preparação prévia para as práticas corretas. E, mais do que isso, é preciso ter o perfil adequado para manuseá-la.

Em finanças pessoais funciona do mesmo jeito. A mais completa planilha de receitas e despesas, o melhor sistema de controle financeiro e o aplicativo com maior índice de aprovação social são apenas ferramentas. 

Tudo isso pode ser parte da solução, mas não necessariamente a solução depende disso, compreende? E até mesmo os instrumentos de controle mais bem elaborados dependem de uma série de fatores, como definição de prioridades, disciplina e comprometimento.

Finanças pessoais – é possível avançar sem planilhas?

Vamos direto ao ponto. A resposta é sim, é possível cuidar de suas finanças pessoais e planejar um futuro melhor sem depender de planilhas. Sabe por quê? Pensar em planejamento financeiro não é exatamente pensar em dinheiro, mas sim pensar em tempo, em projetos, em energia, em sonhos. 

Seria até um desperdício reduzir esse processo todo a uma simples (ou, às vezes, muito complexa) planilha. Dizemos isso porque já acompanhamos muitas famílias em seus planejamentos financeiros e sabemos o quanto esse momento é importante para repensar conceitos, mudar atitudes, ter iniciativa. Pular esta etapa, seria o mesmo que jogar uma oportunidade incrível no lixo.

E nessa de avaliar projetos e decidir o rumo da sua vida em relação às finanças, você acaba descobrindo o seu perfil e compreendendo que em vez de praia, você prefere montanha. Em vez de gastar tempo na frente de uma planilha, decidindo se o dinheiro gasto com a pizza entra na coluna de lazer ou de alimentação, você prefere optar por outra maneira de direcionar os seus projetos.

E como realizar as finanças pessoais sem as benditas planilhas?

Nada como uma boa conversa com quem entende do assunto para ajudar você nessa direção. Pense só, quantas vezes você foi tomar café com um amigo e dali saiu uma grande ideia?

Com planejamento financeiro, pode ser assim também. Na Futurar, temos uma equipe especializada para pegar em suas mãos e te guiar por esse caminho que passa longe das planilhas… a não ser que você queira, claro. E a primeira conversa é gratuita. 

Então, nós perguntamos: será que não chegou a hora de você resolver de uma vez por todas essa questão em sua vida? Clique aqui e entre em contato conosco. Se preferir, você pode já deixar um horário marcado. É só reservar aqui e deixar o café no jeito para o nosso encontro virtual.